Tiro na cabeça matou corretora Daiane Alves, aponta atestado de óbito

Defesa da família solicita novos depoimentos de vizinhos para apurar se execução ocorreu dentro de condomínio

Por Marina, ContilNet 04/02/2026 às 11:42
Reprodução/ Redes Sociais

O atestado de óbito da corretora de imóveis Daiane Alves Souza, de 43 anos, confirmou que a causa de sua morte foi um traumatismo cranioencefálico provocado por projéteis de arma de fogo. A informação foi compartilhada pelo advogado da família, Plínio Mendonça, detalhando que a vítima foi atingida na região da cabeça em Caldas Novas (GO).

Daiane estava desaparecida desde 17 de dezembro e seu corpo foi localizado 43 dias depois em uma área de mata às margens da rodovia GO-213. O síndico do prédio onde ela residia, Cléber Rosa de Oliveira, de 49 anos, confessou o assassinato e indicou o local onde ocultou o cadáver.

Daiane Alves: atestado de óbito confirma tiro na cabeça como causa da morte

Reprodução/ Redes Sociais

Investigação aponta contradições e novas provas

Com a confirmação da causa da morte por disparo de arma de fogo, a defesa de Daiane Alves pedirá que a Polícia Civil interrogue novamente os moradores do condomínio. O objetivo é verificar se alguém ouviu disparos no prédio, reforçando a tese de que o crime pode ter sido executado dentro das dependências do imóvel antes do corpo ser transportado.

Câmeras de segurança registraram o síndico saindo com uma caminhonete de capota fechada no dia do desaparecimento e retornando, 40 minutos depois, com o compartimento aberto. Além disso, o celular da corretora foi encontrado recentemente em uma tubulação de esgoto na garagem do edifício durante perícia técnica.

Relembre o crime macabro

Daiane Alves desapareceu após descer ao subsolo do prédio para verificar uma queda de energia em seu apartamento. Imagens do elevador mostram o último registro da corretora com vida. A motivação do crime e os detalhes dos momentos finais da vítima ainda são alvo de investigação pela Polícia Civil de Goiás (PCGO).

O corpo de Daiane, que é natural de Monte Carmelo (MG), foi liberado pelo IML após exames de DNA confirmarem a identidade através do material genético de sua mãe. O sepultamento ocorrerá em Uberlândia (MG), onde reside a família da vítima.

Fonte: Metrópoles

Redigido por: ContilNet

Conteúdo Original / Fonte: Redação

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