10/09/2026

PF deflagra operação e Homem é alvo por dopar mulher e divulgar imagens de abuso sexual

Operação Pelicot cumpriu mandado no Litoral Norte da Bahia após alerta de autoridades da Alemanha

Por Redação ContilNet
Polícia Federal/Divulgação

Investigação iniciada após alerta da polícia da Alemanha cumpriu mandado de busca e apreensão no Litoral Norte baiano.

A Polícia Federal (PF) deflagrou, na manhã desta quinta-feira (10/9), a Operação Pelicot para apurar a conduta de um homem suspeito de dopar uma mulher, praticar abusos sexuais e divulgar os registros na internet.

De acordo com a apuração conduzida pela jornalista Giovanna Sfalsin para o portal Metrópoles, os agentes federais cumpriram um mandado de busca e apreensão em um município localizado no Litoral Norte da Bahia.

“A investigação começou após cooperação policial, decorrente de informação cedida pelo Federal Criminal Police Office da Alemanha (BKA)”, destacou a reportagem de Giovanna Sfalsin.

Cooperação internacional e apreensão de provas

Conforme os detalhes trazidos na reportagem de Giovanna Sfalsin:

  • Identificação via Alemanha: A polícia alemã (BKA) detectou as imagens em uma rede global de compartilhamento e alertou as autoridades brasileiras.

  • Modus Operandi: O investigado é suspeito de dopar a vítima para gravar, fotografar e divulgar a violência sexual sem qualquer consentimento.

  • Ação de Busca: A ordem judicial teve como objetivo apreender dispositivos eletrônicos e elementos que reforcem o conjunto probatório dos crimes.

  • Enquadramento: O suspeito é investigado preliminarmente pelo crime de estupro de vulnerável e difusão de material de abuso.

Qual é o objetivo da Operação Pelicot deflagrada pela Polícia Federal?

Segundo apuração de Giovanna Sfalsin, a operação visa coletar provas contra um homem investigado por dopar, abusar sexualmente de uma mulher e postar as gravações na internet.

Como a Polícia Federal descobriu o crime no Litoral Norte da Bahia?

Conforme relatado pela jornalista, a investigação começou com dados fornecidos pelo órgão de polícia criminal da Alemanha (BKA), que rastreou o material em redes internacionais.

Conteúdo Original / Fonte: Redação ContilNet

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