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Menina de 11 anos liga para mãe para denunciar padrasto

Por Redação ContilNet 25/05/2026 às 07:53

Reprodução

O crime ocorreu no fim de semana enquanto a mãe da vítima cumpria expediente de trabalho; agressor ameaçou e agrediu a menor para tentar silenciá-la.

A Polícia Civil do Estado de Mato Grosso efetuou a prisão em flagrante de um homem de 48 anos no município de Sinop, localizado no norte do estado. Ele é o principal suspeito de cometer o crime de estupro de vulnerável contra a sua própria enteada, uma criança de 11 anos de idade.

O crime aconteceu no sábado (24), aproveitando-se do momento em que a mãe da vítima havia deixado a residência para trabalhar. A farsa do agressor ruiu quando a menor conseguiu acessar o telefone, ligou para a mãe e relatou detalhadamente o abuso que havia acabado de sofrer.

Com informações do Metrópoles.

Agressões, ameaças e ação rápida da polícia

De acordo com os relatos preliminares fornecidos pela vítima à genitora e repassados aos investigadores, o padrasto utilizou de força física e ameaças psicológicas para consumar o ato violento.

Equipes da Polícia Civil deslocaram-se com rapidez até o endereço e localizaram o suspeito, que recebeu voz de prisão. O homem foi conduzido à delegacia local, onde foi autuado formalmente pelo crime de estupro de vulnerável. A vítima foi encaminhada para a rede de assistência psicossocial e exames periciais cabíveis.

Para resguardar de forma integral a identidade e a integridade psicológica da criança, as autoridades mantêm o nome do agressor e a localização exata da residência sob segredo de Justiça, em conformidade com o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Como a polícia descobriu o estupro da menina em Sinop?

A própria vítima, de 11 anos, conseguiu ligar para a mãe no trabalho e denunciar o padrasto. A mãe acionou a Polícia Civil, que agiu rápido para prender o homem em flagrante.

Qual é o crime atribuído ao homem preso em Sinop?

Ele foi autuado e responderá pelo crime de estupro de vulnerável, cuja pena é severa por se tratar de menor de 14 anos e envolver relação de poder familiar (padrasto).

Quais as garantias legais de proteção à vítima nesse caso?

O caso corre sob absoluto segredo de Justiça. Os nomes da mãe, da vítima e do próprio agressor são omitidos pela polícia e imprensa para evitar a identificação cruzada e proteger a menor, conforme exige o ECA.

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