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Menino autista tem dedo esmagado na porta da escola e família denuncia

Por Redação ContilNet Fonte: Redação ContilNet 08/06/2026 às 09:20

Reprodução/TopMídiaNews

Família de estudante de 9 anos denuncia que pediu acompanhamento pedagógico especializado no início do ano, mas profissional ainda não foi disponibilizado.

A falta de profissionais de apoio para alunos com necessidades especiais voltou a ser alvo de denúncias na Rede Municipal de Ensino (Reme) de Campo Grande. Um estudante de 9 anos, diagnosticado com Transtorno do Espectro Autista (TEA) nível 2 de suporte, sofreu uma fratura exposta grave no polegar da mão direita. O acidente ocorreu dentro da Escola Municipal Dr. Plínio Barbosa Martins, após o menino prender o dedo na porta da sala de aula.

O caso aconteceu quando o aluno pediu permissão para ir ao banheiro. Ao sair do recinto, a porta se chocou contra a sua mão, causando o esmagamento do membro. A equipe pedagógica da unidade prestou os primeiros socorros de forma imediata, acionando o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e notificando os responsáveis. O menino foi encaminhado para a Santa Casa de Campo Grande, onde passou por procedimento cirúrgico e precisou levar pontos na região afetada, recebendo um afastamento médico de 30 dias.

Cobrança por profissionais e realidade das salas de aula

A mãe do estudante, que também atua na área da educação, ressaltou que a estrutura da escola deu toda a assistência após o ocorrido, mas ponderou que o acidente poderia ter sido evitado. Ela revelou que o laudo médico que comprova a necessidade de um professor de apoio foi finalizado e entregue à instituição de ensino, com a promessa de que o assistente especializado seria integrado à rotina escolar no início do período letivo.

De acordo com as informações apuradas pela jornalista Brenda Souza para o jornal TOPMIDIANEWS, a genitora relatou que, mesmo após passados mais de cinco meses do início das aulas, o suporte pedagógico não foi enviado para a turma, deixando o professor regente sozinho para gerenciar a classe inteira e atender múltiplos alunos com deficiência.

A publicação destaca ainda que o espaço jornalístico foi formalmente aberto para que a prefeitura do município se posicionasse a respeito dos critérios de distribuição e contratação de professores de apoio para a rede pública de ensino, porém, nenhuma resposta oficial havia sido emitida pelas secretarias responsáveis até o encerramento da edição do conteúdo.

Como aconteceu o acidente com o aluno autista em Campo Grande?

O estudante de 9 anos pediu para ir ao banheiro e, ao sair da sala de aula, fechou a porta sobre o próprio polegar, sofrendo uma fratura exposta.

Onde o menino recebeu atendimento médico após o ferimento?

Após os primeiros socorros prestados pelo Samu na escola, ele foi levado para a Santa Casa de Campo Grande, onde passou por uma cirurgia de reconstrução.

Qual é a reclamação da família em relação à prefeitura?

A mãe denuncia que a prefeitura não disponibilizou o professor de apoio pedagógico especializado para o filho, direito garantido por laudo médico entregue à escola.

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