04/09/2026

Padrasto é condenado a 44 anos de prisão por torturar e matar enteado autista de 4 anos

Padrasto do menino Moisés Falk, de 4 anos, responderá em regime fechado em Florianópolis (SC).

Por Redação ContilNet
Divulgação/ MPSC

Crime ocorreu em Florianópolis (SC) e foi motivado pelo incômodo do réu com o comportamento da criança.

O padrasto do menino Moisés Falk, de 4 anos, foi condenado a 44 anos de prisão em regime fechado na quinta-feira (3/9), em Florianópolis (SC).

De acordo com as informações apuradas pela jornalista Maria Eduarda Maia, o réu responderá pelos crimes de homicídio qualificado por motivo torpe e tortura.

“O homicídio foi cometido por motivo torpe, uma vez que o padrasto se sentia incomodado com os gritos da criança e acreditava que o menino prejudicava o relacionamento do casal”, destacou o MPSC em citação resgatada por Maria Eduarda Maia.

Vulnerabilidade do menino e situação judicial da mãe

Conforme detalhado pela reportagem de Maria Eduarda Maia, o caso provocou forte indignação pelas circunstâncias das agressões:

  • Diagnóstico de TEA: O menino era diagnosticado com Transtorno do Espectro Autista (TEA), condição que comprometia sua comunicação verbal e aumentava sua vulnerabilidade.

  • Agressões Fatais: Moisés foi levado ao hospital em 17 de agosto de 2025 após sofrer diversos golpes na residência do casal, mas chegou à unidade de saúde sem vida.

  • Situação da Mãe: A mãe da criança também chegou a ser denunciada pelo Ministério Público, mas o pedido foi inicialmente rejeitado pela Justiça e aguarda recurso.

Qual foi a pena aplicada ao padrasto do menino Moisés Falk?

O réu foi condenado pelo Tribunal do Júri a 44 anos de prisão em regime fechado pelos crimes de homicídio qualificado e tortura.

Qual foi a motivação apontada pelo Ministério Público?

O Ministério Público apontou motivo torpe, relatando que o padrasto se incomodava com os gritos do menino autista e acreditava que ele atrapalhava o relacionamento do casal.

Conteúdo Original / Fonte: Redação ContilNet

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