Crimes resultaram na morte de uma mulher por traumatismo craniano e na perda do bebê de outra vítima que estava grávida.
Dois policiais militares foram detidos nesta sexta-feira (21/8) em Goiânia durante uma operação da Polícia Civil de Goiás (PCGO). Os agentes são investigados por envolvimento em crimes de tortura e extorsão praticados contra duas trabalhadoras de materiais recicláveis.
De acordo com as informações apuradas pela jornalista Laura Braga para o portal METRÓPOLES, as sessões de violência ocorreram entre os meses de maio e junho.
“Uma das vítimas deu entrada no hospital com traumatismo cranioencefálico e não resistiu aos ferimentos. A outra mulher, que estava gestante, perdeu o bebê em decorrência das agressões físicas sofridas”, relatou Laura Braga na reportagem do METRÓPOLES.
Prisão de agente em serviço, apoio do Bope e posicionamento oficial
Conforme detalhado pela cobertura de Laura Braga no METRÓPOLES, a ação contou com respaldo da própria corporação militar:
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Cumprimento de Mandados: A Polícia Civil executou ordens de prisão temporária e busca e apreensão expedidas pelo Poder Judiciário.
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Detenção em Serviço: Um dos policiais militares investigados recebeu voz de prisão enquanto cumpria escala de trabalho de rotina.
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Apoio Tático: A ação envolveu equipes especializadas, incluindo integrantes do Batalhão de Operações Especiais (Bope).
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Encaminhamento: Os dois suspeitos foram levados à Delegacia Estadual de Investigação de Homicídios (DIH) para depoimento e devem ser custodiados em presídio militar.
“A Corregedoria da Polícia Militar de Goiás informou que acompanhou o cumprimento das ordens judiciais e segue prestando apoio às investigações”, concluiu Laura Braga em apuração publicada no METRÓPOLES.
Por que os dois policiais militares foram presos em Goiânia?
Eles foram presos sob suspeita de praticar tortura e extorsão contra duas catadoras de recicláveis, resultando na morte de uma delas e no aborto da outra.
Qual foi a posição da Polícia Militar de Goiás sobre a prisão dos agentes?
A PMGO informou que sua Corregedoria acompanhou o cumprimento dos mandados expedidos pela Justiça e que está prestando suporte às investigações da Polícia Civil.
