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Professora é encontrada morta com sinais de violência

Por Júlia, ContilNet Fonte: Redação ContilNet 14/07/2026 às 09:21

Reprodução/Instagram

Glória Werkhausen, de 44 anos, lecionava na rede municipal de Constantina. A Prefeitura decretou luto oficial e suspendeu as aulas na cidade.

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul (PCRS) investiga as circunstâncias da morte da professora Glória Werkhausen, de 44 anos.

Ela foi encontrada morta dentro de sua residência na noite do último domingo (12/7), no município de Constantina, no norte do estado, logo após o controle de um incêndio no local.

O corpo da servidora municipal apresentava marcas visíveis de violência física, o que levou os agentes a trabalharem com a linha inicial de homicídio.

Indícios de estrangulamento e luto na cidade

A perícia inicial no local do crime apontou elementos que contrariam a hipótese de uma morte acidental provocada pelo fogo.

Segundo as informações apuradas pela jornalista Letícia Guedes para o portal METRÓPOLES, a vítima apresentava sinais compatíveis com esganadura na região do pescoço.

Os principais detalhes do andamento do caso apontam que:

Constantina fica localizada a cerca de 375 quilômetros de distância da capital Porto Alegre, e a repercussão do caso mobilizou a comunidade escolar da região.

Quem era a professora encontrada morta em Constantina (RS)?

A vítima era Glória Werkhausen, de 44 anos, educadora querida na região que lecionava na rede municipal de ensino de Constantina.

Como o corpo da professora foi localizado pela polícia?

O corpo foi encontrado na noite de domingo, 12 de julho de 2026, no interior de sua residência, logo após o controle de um incêndio que atingiu o imóvel.

Qual é a principal suspeita da Polícia Civil para a morte da servidora?

A Polícia Civil do Rio Grande do Sul trabalha prioritariamente com a hipótese de homicídio, devido aos sinais de estrangulamento identificados no pescoço da vítima.

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