A jovem estudante Luíza Araújo, que mora e estuda nos Estados Unidos, relatou à reportagem da ContilNet sua preocupação com amigos que moram no Estado da Flórida e enfrentaram a fúria do devastador furacão Irma, apelidado de “o pai de todos os furacões”.

Grupo de amigos se comunicam em busca de notícias/Foto: Reprodução
De acordo com Luíza, que agora reside no Texas, os grupos de trocas de mensagem dos quais participa estavam completamente inquietos no dia em que o furacão atingiu Miami. Pessoas trocavam informações sobre a queda de energia nos locais onde estavam e a situação pela qual passavam.
“Acompanhei tudo por meio das mensagens de amigos que estavam lá, vi muitas fotos e vídeos de como ficou Miami após a passagem do Irma, é preocupante”, disse Luíza.
O furacão Irma destruiu uma em cada quatro casas do arquipélago de Florida Keys, segundo a agência de emergências dos EUA.
https://youtu.be/ySFRGv-4xF0
O presidente dos EUA, Donald Trump, disse que a devastação provocada por Irma foi, pelo menos em certos lugares, “maior do que qualquer um pensaria”.
https://youtu.be/D1NHptv9xy0
Milhares de pessoas ficaram sem teto e precisam urgentemente de alojamento depois da passagem do furacão Irma, especialmente pelas Antilhas Orientais, no Caribe, informou nesta terça a Organização Mundial da Saúde (OMS) em um documento. Segundo a OMS, as ilhas que sofreram os maiores danos precisam urgentemente de mais pessoal médico para substituir os que trabalham 24 horas por dia desde a passagem do furacão.
