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Arrastão contra dengue, zika e chikungunya mobiliza bairro Bahia Velha neste sábado

Por Wania Pinheiro, ContilNet Fonte: Ascom PMRB 13/02/2016 às 20:06

O prefeito Marcus Alexandre coordenou nesta sexta-feira, 12, o 6º Arrastão de Combate ao Aedes Aegypti, realizado desta vez no bairro Bahia Velha. A operação contou com a presença de cerca de 250 homens e mulheres das secretarias municipal e estadual de Saúde, SEMSUR, Exército Brasileiro e Corpo de Bombeiros. O bairro é um dos 20 onde há maior índice de infestação do mosquito na capital. A concentração ocorreu pela manhã na Rua Mem de Sá.

DENGUE

Os técnicos da SEMSA sempre lembram que as larvas do aedes se encontram em caixas d’água/Foto: PMRB

“As pessoas não podem se descuidar”, alertou o sargento Éder, do 7º Batalhão de Engenharia e Construção, líder de um grupamento que visita residências e casas comerciais em busca de focos do mosquito que transmite doenças perigosas como a dengue, a febre Chikungunya e o vírus zika – as duas últimas ainda em fase de detalhamento de parte da ciência. As três doenças são adquiridas através da picada do mosquito Aedes aegypti, mais conhecido como mosquito da dengue. A única forma de evitar as três doenças é com o combate do mosquito, através da eliminação dos criadouros nas casas, no trabalho e nas áreas públicas. A dengue e a chikungunya têm sintomas e sinais parecidos, enquanto a dengue se destaca pelas dores nos corpo, a chikungunya se destaca por dores e inchaço nas articulações. Já a zika se destaca por uma febre mais baixa (ou ausência de febre), muitas manchas na pele e coceira no corpo.

O primeiro sintoma da dengue é a febre alta, entre 39° e 40°C. Tem início repentino e geralmente dura de 2 a 7 dias, acompanhada de dor de cabeça, dores no corpo e articulações, prostração, fraqueza, dor atrás dos olhos, erupção e coceira no corpo. Pode haver perda de peso, náuseas e vômitos. Tem como principal sintoma o exantema (erupção na pele) com coceira, febre baixa (ou ausência de febre), olhos vermelhos sem secreção ou coceira, dor nas articulações, dor nos músculos e dor de cabeça. Normalmente os sintomas desaparecem após 3 a 7 dias.

De posse dessas informações, os grupos percorreram todo o bairro como também localidades vizinhas, visitando imóvel por imóvel. Além da inspeção nos quintais, em busca de vasilhas e objetos que possam acumular água, os quais acabam servindo de criadouro para o Aedes. As equipes aplicaram larvicidas em caixas d’água que ficam no solo e orientaram os moradores quanto ás formas de evitar a doença e os sintomas das três doenças. “Estamos aqui, neste grande adjunto, para combater o mosquito transmissor”, disse Marcus Alexandre em visita à residência de dona Carmelita Leitão. “É muito importante que eles venham e nos ajudem com esse problema”, disse Carmelita.

MARCUS DENGUE

Prefeito Marcus Alexandre no 6º Arrastão de Combate ao Aedes Aegypti; Exercito Brasileiro e outras instituições foram mobilizadas

 

“Um grande adjunto contra o mosquito”, pede Marcus Alexandre

Os técnicos da SEMSA sempre lembram que as larvas do aedes se encontram em caixas d’água em nível de solo e pequenos recipientes nas casas e quintais. “Por isso pedimos o máximo de atenção para esses casos”, disse Oteniel Almeida, secretário de Saúde de Rio Branco.

Homens do 4° BIS e do 7° BEC realizaram uma pré-vistoria nos quintais para avaliar a dimensão da intervenção seguinte. Agentes de endemias fazem o bloqueio sanitário e a SEMUR realiza roçagem, capina, retirada de lixo e entulho. Essas ações vem ocorrendo desde 8 de janeiro. “A ação é conscientizadora”, sintetizou o sargento Edilândio Damasceno, do Corpo de Bombeiros.

Lideranças comunitárias, como os presidentes das associações de moradores dos bairros Bahia Velha e Bahia Nova, respectivamente Cunha e Joãozinho, fizeram parte do arrastão. Os ministros do governo federal vão participar neste sábado, dia 13, de uma grande mobilização em todo o país contra o mosquito Aedes aegypti, transmissor do vírus da dengue, chikungunya e zika. A ação será realizada, simultaneamente, em 353 municípios brasileiros, com apoio de secretários-executivos, presidentes de estatais e 220 mil militares. Em Rio Branco, o ministro da Cultura, Juca Ferreira, participa do Dia Nacional de Mobilização para o Combate ao Aedes aegypti.
NÚMEROS

64
Mil imóveis já foram visitados pelos arrastões contra o Aedes aegypti em Rio Branco.

5
É o nível de positividade de dengue em Rio Branco, queda de 8 pontos em relação ao fim do ano passado. A derrocada dos casos mostra que o trabalho da Prefeitura está no caminho certo.

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