Todos os anos a Igreja Católica celebra a Semana Santa com uma vasta programação religiosa em todo o Acre. Este ano não será diferente e a programação segue até 16 de abril, quando é comemorado o domingo de Páscoa. Segundo o padre Mássimo Lombardi, para os cristãos esse é o período de refletir sobre os últimos momentos de Cristo antes da crucificação.

Padre Mássimo Lombardi deixou uma palavra de paz aos cristãos /Foto: Reprodução
Nesta quinta-feira (13) tem programação da Missa da Ceia do Senhor em todas as paróquias, onde os padres e ministros irão lavar os pés de 12 pessoas, às 19h. Já na tarde da sexta-feira (14), a partir das 15h, os fiéis se reúnem nas paróquias para a celebração da Paixão e da Morte de Jesus, que irá encerrar com a tradicional procissão de Cristo Morto e Nossa Senhora das Dores pelas ruas da cidade. Todas as paróquias vão até a Catedral e de lá todas se encontram para uma grande procissão pelo Centro de Rio Branco.
A procissão termina na frente do Palácio Rio Branco, onde ocorre encenação da Paixão de Cristo nas escadarias do palácio. De acordo com o padre, serão mais de 90 pessoas envolvidas na encenação, entre cantores e atores. No sábado (15), às 19h, em todas as paróquias ocorre a Vigília Pascal e os batizados de adultos.
Por último, no domingo de Páscoa, os católicos devem celebrar a passagem para uma vida nova. A partir das 3h, os católicos irão sair de suas paróquias em procissão até a Concha Acústica, no Canal da Maternidade, para a Missa do Alvorecer da Ressurreição.
Padre Mássimo deixa uma mensagem de paz e de reflexão para esta semana em que se comemora a morte e ressurreição de Cristo. “Precisamos de muita espiritualidade, porque nosso mundo está sendo flagelado pelo por tanto males. Em nível mundial já está se preparando uma guerra, aqui também no Acre temos momentos de medo por causa da violência. Então, em meio a tanta guerra, vamos usar as armas que a igreja nos apresenta, que é a oração, leitura da palavra e convivência pacífica entre nós. Precisamos de Deus, sem ele é só guerra, violência e medo”, concluiu o padre.
