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Mesmo na crise, oferta de emprego no Acre cresce entre janeiro e setembro deste ano

Por Marina, ContilNet Fonte: ASTORIGE CARNEIRO, DA CONTILNET 22/10/2017 às 08:54

A verdade é simples: não está fácil pra ninguém, principalmente quando o assunto é o mercado de trabalho. Troca de emprego, novas contratações, entrevistas para preenchimento de vagas… As situações são diversas, mas nunca muda a relação complementar entre pessoas à procura de uma oportunidade e contratantes que precisam de pessoas competentes.

Sobre isso, de acordo com informações do Sistema Nacional de Emprego do Acre (Sine/AC), a tendência para os que ainda estão procurando por uma oferta de emprego é melhorar. Entre o período de janeiro a setembro de 2017, houve um aumento significativo no número de vagas e no número de pessoas contratadas no Estado.

De janeiro a setembro de 2016, foram registradas 904 vagas de emprego com 413 pessoas efetivamente contratadas. Já durante o mesmo período neste ano, cerca de 1.104 vagas de emprego com 633 pessoas efetivamente contratadas.

Conforme o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), o Acre ocupa o 18° no ranking dos Estados no que diz respeito à geração de emprego. O saldo positivo foi resultado, principalmente, dos setores da construção civil e indústria de transformação, que criaram juntos 140 postos de trabalho só no mês de setembro.

Mesmo na crise, entre janeiro e setembro deste ano, 633 acreanos foram empregados. Imagem: Reprodução

Sobre as ofertas do Sine, que incluem serviços diversos como pizzaiolo, balconista, gerente comercial, vendedor, oficial de serviços gerais e soldador, a coordenadora Djaneia Mendonça explica que é importante entender como funciona a dinâmica do local.

“Ainda que a vaga seja oferecida, se o candidato ao emprego não atender os requisitos do contratante, não podemos encaminhar, infelizmente. Todos que fazem o cadastro passam por uma triagem, sendo o Sine apenas a ponte entre os interessados e as ofertas”, disse Djnaeia.

Uma dica importante é sempre atualizar seus dados e sempre buscar, se for possível, se aperfeiçoar e aprimorar o currículo durante o período de desemprego. “A pessoa cadastrada tem que atender a demanda que o empregador solicita. Até mesmo com o diploma, se não há experiência ou cursos na área solicitada, não é possível marcar uma entrevista”, destacou Mendonça.

Além disso, quando o contato é feito, em última instância, tudo deve ser acertado entre a empresa ou órgão solicitante e o candidato à vaga. “Os trabalhadores ficam chateados porque não são contratados, mas é importante destacar que não temos poder de influência nesse sentido. Nós somos a ponte entre a pessoa que deseja trabalhar e as ofertas de emprego, mas, em última instância, tudo depende da entrevista de emprego e da empresa que está contratando”, disse a agente administrativa Gracilene de Almeida.

Para Alan Diones, de 25 anos, a oportunidade surgiu este ano após cinco meses desempregado. “Atualizei meus dados no cadastro do Sine e fui chamado neste mês de outubro para uma entrevista. Depois, consegui a vaga de atendente de caixa no atacado Casa Cearense. É uma oportunidade maravilhosa, pois vai me ajudar a realizar um outro sonho: estudar administração no próximo ano, se Deus quiser”, disse Diones.

Para mais informações sobre como se cadastrar ou sobre como atualizar seus dados no Sine, entre em contato através dos telefones (68) 3223-8017 e 0800-647-8182.

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