O presidente da Assembleia Legislativa do Acre, deputado Ney Amorim (PT), prestigiou, na tarde de ontem (23), o arraial da Associação dos Pais e Mestres de Alunos Excepcionais (Apae) de Cruzeiro do Sul. O parlamentar, que tem um filho especial, emocionou-se com a recepção preparada pelos alunos e professores. O prefeito de Rio Branco, Marcus Alexandre, o deputado Raimundinho da Saúde e o vereador Railson Correia também estiveram presentes.
Considerada a Apae mais bem administrada e estruturada do Estado, os servidores da entidade, vestidos com trajes típicos, fizeram uma quadrilha com a participação dos alunos. “Fico feliz, emocionada com o reconhecimento do nosso trabalho, que é feito com compromisso e amor”, comentou a coordenadora da entidade, Uvilene Correia da Silva.

Ney emocionou-se com a recepção preparada pelos alunos e professores /Foto: ContilNet
Pela manhã, Amorim esteve em uma agenda no município de Feijó, onde juntamente com o governador Tião Viana, entregou mais de 700 títulos definitivos para moradores da cidade. “Encontrei uma senhora que morava há 40 anos num local e não possuía nenhum comprovante de posse”, exemplificou o deputado, ressaltando a importância do novo documento.
Reunião como líderes comunitários e vereadores
À convite de entidades representativas do movimento comunitário, ainda em Cruzeiro do Sul, o deputado participou, na sede da Associação de Moradores do Bairro Telégrafo, de uma reunião com líderes do movimento comunitário. A pauta foi uma avalição dos trabalhos comunitários e a importância do movimento para execução de políticas públicas.
Ney Amorim, que novamente estava acompanhado pelo prefeito Marcus Alexandre, tem uma larga experiência com o setor. Nasceu e se criou em uma das regiões mais pobres de Rio Branco, a Baixada da Sobral, e o pai, Josué Amorim, foi vereador por duas vezes na capital. “Nenhum gestor fará um bom trabalho se não tiver vocês como parceiros”, disse o parlamentar, dando como exemplo a inclusão dos líderes comunitários no orçamento participativo de Rio Branco.
No final da tarde, no hotel Swamy, o deputado se reuniu com vereadores dos municípios de Cruzeiro do Sul e Rodrigues Alves. Eles pediram a intervenção do Poder Legislativo para impedir a exploração mineral numa área de 42 mil hectares, que abrange, além de Cruzeiro do Sul, territórios de Rodrigues Alves e Mâncio Lima. O projeto também atinge as terras indígenas, além de ameaçar a terceira maior reserva de água do país, o Aquífero Juruá.





