Apaixonado por caminhões de lixo, o pequeno Théo Bandeira, de 3 anos, faz questão de todo sábado esperar os garis passarem no Conjunto Universitário, em Rio Branco, onde ele mora. Neste sábado (23), o garoto fez mais do que esperar pelos trabalhadores, ele distribuiu panetones para a equipe que recolhia o lixo.
“Todo sábado temos que estar acordados para ver o caminhão. Desde bebezinho ele gosta de carros grandes, caminhões, ônibus. Não é o primeiro ano que dou panetone, dei ano passado também e foi debaixo de chuva. Fiquei na calçada com um guarda-chuva, ele no meu colo segurando o panetone, e ele fazendo sinal para o motorista parar e pegar o ‘tone’. É muito engraçado”, contou.

Criança é apaixonada também pelos bombeiros e já levou até bolo para batalhão/Foto: Gisele Bandeira
Com um gorro de Natal na cabeça, esse ano Théo esperou na calçada ao lado da avó os garis chegarem em frente da casa dele. Antes mesmo de o caminhão parar em frente da casa dele, o pequeno já corre e pega uma das caixas da mão da avó e vai entregar para os trabalhadores. O vídeo foi publicado no Facebook de Gisele.
“Ontem [sexta, 22] me marcaram na matéria do menininho lá de São Paulo, acham que me inspirei nele, mas não foi. Todo sábado vou para calçada, faço vídeo, e posto no meu Instagram, Facebook”, comenta a mãe.
Gisele revela que a paixão por caminhões começou ainda no primeiro ano de vida do filho. Ela diz que ele tem vários caminhões de lixo de brinquedo e ganhou mais um de presente de Natal de uma amiga dela do trabalho.
“No aniversário de 1 ano fomos encomendar o bolo com uma boleira e quando chegamos lá tinha um caminhão de lixo de brinquedo e ele ficou encantado. Fui atrás de comprar um, corri Rio Branco toda e não achei. Encontrei na internet e comprei. A boleira foi convidada para o aniversário e deu um caminhão para ele também”, lembrou Gisele.
Além do amor que tem pelos garis, a mãe diz que o filho é apaixonado por outros profissionais: os bombeiros. A amizade com uma equipe do Corpo de Bombeiros do Acre começou em um supermercado da capital. A mãe fala que o garoto já visitou um dos batalhões e levou até bolo para os profissionais comemorarem o Dia do Bombeiro.
“Chegamos no supermercado e tinha uma moça e um rapaz com a farda dos bombeiros. Ele disse que queria dar um abraço no bombeiro. Fiquei pensando como fazer aquilo porque sou muito envergonhada. Cheguei, falei que meu filho gostava muito dos bombeiros e perguntei ses eles poderiam dar e disseram que sim. Onde passamos que tem algum carro do bombeiros ele fala ‘mamãe, o carro do bombeiro’. Ontem levamos panetone para os bombeiros também”, acrescentou.
