Religiosas lamentam morte de irmã Juliana; “ela foi um testemunho de vida”

Por Wania Pinheiro, ContilNet 29/01/2016 às 23:12
Irmãs Maria Cláudia e Nair lamentar falecimento da religiosa/Foto: Charlton Lopes/ContilNet
Irmãs Maria Cláudia e Nair lamentar falecimento da religiosa/Foto: Charlton Lopes/ContilNet

Irmãs Maria Cláudia e Nair lamentar falecimento da religiosa/Foto: Charlton Lopes/ContilNet

Profundamente abaladas, as irmãs Maria Cláudia Barbosa da Silva, 84, e Nair Reichert, 64, lamentaram a morte da religiosa Juliana Ferreira, 103, que ocorreu na manhã desta sexta-feira (29) em Rio Branco.

Fundadora da Congregação Servas de Maria Reparadora, Irmã Juliana nasceu no Ceará, mas chegou ao Acre aos cinco anos e se radicou em Sena Madureira, onde anos depois fundaria a ordem religiosa.

As freiras estavam no Instituto Imaculada Conceição, onde conviviam com Irmã Juliana, que também trabalhou muitos anos no Colégio São José. “Deus nos dá esse espaço no mundo para nos prepararmos para a vida eterna”, filosofou Irmã Maria, que conviveu 52 anos com Juliana.

“Iremos sentir muita falta de seus conselhos sábios. Ela foi um testemunho de vida, uma referência e um exemplo a ser seguindo”, disse Nair Reichert, para quem irmã Juliana era, também, uma mulher de muita oração. “Estamos consternadas, pois é uma perda irreparável”.

Conteúdo Original / Fonte: Jorge Natal, da Contilnet

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