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Servidores do TJAC iniciam greve em busca de melhorias e reajustes nesta segunda-feira

Por Marina, ContilNet Fonte: ALAMARA BARROS, DA CONTILNET 10/10/2016 às 10:13

Na manhã desta segunda-feira (10), os servidores do poder Judiciário do Acre iniciaram a greve que estava prevista após uma Assembleia Geral realizada na última quarta-feira (5), as principais reivindicações são o aumento do auxílio saúde, que atualmente é de R$400, e alguns pontos do Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR) que desde 2013 não foi regulamentado.

De acordo com o diretor administrativo do Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário do Acre (Sinspjac), Queffren Rêgo, a categoria está há seis meses tentando negociar com a presidência do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC), e por não haver nenhum acordo, só em Rio Branco, mais de 200 servidores resolveram paralisar as atividades. A mobilização foi realizada no prédio dos Juizados Especiais.

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“O único valor reajustado foi o auxílio alimentação, mas as diárias, banco de horas e o nosso PCCR, que desde a aprovação em 2013 não foi regulamentado, já estamos há mais de seis meses tentando negociar e receber. Na semana passada, quando realizamos a Assembleia, demos mais dois dias para a presidência do TJ e como não obtivemos nenhuma manifestação resolvemos parar as atividades. Os oficiais de justiça também resolveram apoiar greve, isso quer dizer que intimações e mandados de penhora não serão entregues”, disse Rêgo.

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Para o servidor Sharle Almada, o Poder Judiciário do Acre passa hoje por um momento muito singular, no qual se divulga um cenário totalmente diferente da realidade:

“O Judiciário mostra hoje que está tudo às mil maravilhas, e na realidade nós estamos passando por um grande atropelo, com falta de servidores, demandas grandes de serviços e a administração infelizmente reporta isso de forma contrária e é uma das nossas indignações. O maior motivo dessa greve é a questão do nosso salário que está bastante defasado e no nosso PCCR foi contemplado essa equiparação salarial que não foi cumprida até agora. Por isso, infelizmente, temos que adotar essa postura, mas não podemos deixar nossos direitos de lado”, desabafou.

 

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