Tribunal de Justiça escolhe juíza de direito Maria Penha como nova desembargadora

Por Wania Pinheiro, ContilNet 01/10/2015 às 10:22
Magistrada era titular do 1º Juizado da Fazenda Pública da Comarca de Rio Branco
Magistrada era titular do 1º Juizado da Fazenda Pública da Comarca de Rio Branco

Magistrada era titular do 1º Juizado da Fazenda Pública da Comarca de Rio Branco

A juíza de Direito Maria Penha Sousa Nascimento foi eleita, pelo critério de antiguidade, como nova desembargadora do Tribunal de Justiça do Acre. A escolha se deu por unanimidade dos votos, durante Sessão Extraordinária do Tribunal Pleno Administrativo realizada nesta quarta-feira (30).

Até então, a magistrada era titular do 1º Juizado da Fazenda Pública da Comarca de Rio Branco, mas passou por diversas unidades judiciárias da Capital e do interior do Estado. Maria Penha possui mais de 20 anos de serviços prestados à Magistratura do Acre.

Relatora do processo administrativo nº 0101317-18.2015.01.0000, a desembargadora-presidente Cezarinete Angelim procedeu com a exposição do seu voto, acerca do concurso de acesso para o provimento do cargo de desembargador do TJAC – decorrente da aposentadora do desembargador Adair Longuini (em agosto deste ano).

A magistrada salientou que o cargo deveria ser provido por juízes de Direito de Entrância Final que satisfaçam os requisitos constitucionais, legais e regimentais.

Ao destacar que “o acesso se dá pelo critério de antiguidade, a inexistência de causa impeditiva (como processos disciplinares ou judiciais)”, Cezarinete Angelim indicou a juíza Maria Penha à vaga de membro do TJAC, já que figurava em primeiro lugar na lista de antiguidade e pertence à Entrância Final. Os demais integrantes da Corte de Justiça Acreana acompanharam o voto da relatora.

“Maria Penha é uma juíza operante e reúne todas as condições para o acesso”, frisou o desembargador Samoel Evangelista.

“Trata-se de uma magistrada diligente e é de fato a mais antiga, pelo que acompanho o voto”, declarou o desembargador Pedro Ranzi.

“O processo resta bem fundamentado, devidamente regular, razão por que também indico a competente juíza Maria Penha ao cargo”, disse o desembargador Roberto Barros.

Para o desembargador Francisco Djalma, “o processo atende aos requisitos legais” e o Tribunal indica “uma magistrada operosa”.

Já a desembargadora Waldirene Cordeiro lembrou “o caráter probo e a sensibilidade de Maria Penha às causas que lhe chegam para julgamento”.

A desembargadora Regina Ferrari acompanhou integralmente o voto, assinalando que “o processo seguiu devidamente regular e instruído”.

De semelhante modo, o desembargador Laudivon Nogueira teve esse entendimento, indicado a juíza como nova integrante do 2º Grau de Jurisdição.

Além da desembargadora-relatora, estiveram presentes os seguintes membros da Corte de Justiça: Samoel Evangelista, Pedro Ranzi, Roberto Barros, Francisco Djalma, Waldirene Cordeiro e Laudivon Nogueira. O representante do Ministério Público Estadual, procurador Cosmo de Souza, também presenciou a sessão.

Conteúdo Original / Fonte: Redação Contilnet

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