Em Assis Brasil, governo fortalece polĂ­ticas pĂșblicas migratĂłrias na fronteira com o Peru

Por Marina, ContilNet 08/10/2021 Ă s 19:04

Na Ășltima quarta-feira, 6, representando o governo do Estado, a gestora da Secretaria de Estado de AssistĂȘncia Social, dos Direitos Humanos e PolĂ­ticas para as Mulheres (SEASDHM), Ana Paula Lima, compareceu a uma reuniĂŁo com o vice-prefeito de Assis Brasil, Reginaldo Martins, e a secretĂĄria de AssistĂȘncia Social, Ruth Ferreira de Oliveira.

Junto da secretĂĄria da pasta de Direitos Humanos, participou Alan Oleskovicz, superintendente da AgĂȘncia Brasileira de InteligĂȘncia (Abin) no Acre, acompanhado de sua equipe, que veio de BrasĂ­lia para verificar de perto as situaçÔes de deslocamento migratĂłrio que se dĂŁo na regiĂŁo da fronteira com o Peru.

A viagem das autoridades federais Ă© realizada para conectar todos os municĂ­pios que estĂŁo envolvidos diretamente com o fluxo migratĂłrio e, com isso, entrar em sintonia com o governo peruano, gerando contatos e tentando prever o nĂșmero de migrantes que irĂŁo adentrar o paĂ­s nos prĂłximos meses.

Uma das motivaçÔes para a saída de migrantes, em sua maioria venezuelanos, é a mais recente resolução migratória implementada pelo Peru, além da instabilidade econÎmica e política que o país vizinho estå enfrentando.

A gestora Ana Paula Lima demonstra satisfação em retornar a Assis Brasil e se coloca Ă  disposição no enfrentamento diĂĄrio dos desafios de migraçÔes: “O governo estĂĄ aberto a dar o seu melhor, sempre colocando a questĂŁo humanitĂĄria em primeiro lugar. Nos preocupamos bastante, mas infelizmente nĂŁo temos como prever a quantidade de migrantes que chegarĂŁo ao nosso paĂ­s. Com isso em mente, Ă© preciso estar pronto para melhor atender os migrantes que futuramente irĂŁo entrar no Brasil pelo Acre”.

O governo do Estado, junto da SEASDHM, se preocupa com o fluxo migratório e procura executar esse trabalho com um olhar mais sensível. Por isso, é valorizada a união de todos aqueles que detém algum poder que contribuam e minimizem os problemas daqueles que viajam os países procurando melhores condiçÔes.

A chefe do Departamento Migratório da SEASDHM, Maria da Luz, levou a conversa além da estrutura, dando importùncia às capacitaçÔes, que são maneiras de instruir os servidores para que entendam como as questÔes migratórias realmente funcionam.

PorĂ©m, na organização do fluxo migratĂłrio, ela alega encontrar dificuldades na falta de contribuição de municĂ­pios que nĂŁo comparecem a reuniĂ”es: “Estamos tentando viabilizar com todos os municĂ­pios, porĂ©m, temos dificuldades em contatĂĄ-los”.

Quanto ao suporte aos municípios na estruturação migratória, Oleskovicz se mostra disposto a contribuir como uma voz daqueles que estão diariamente trabalhando nas fronteiras e assegura que o governo federal estå se propondo a realizar um grande plano de interiorização, entrando com recursos que lhe possibilitem esse suporte, medida tomada para evitar grandes crises migratórias.

ConteĂșdo Original / Fonte: SECOM

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