Os estados do Acre, Amazonas, Amapá e Piauí não tiveram nenhuma alteração de documentos de pessoas transgênero, desde que uma norma do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) permitiu que essas pessoas alterassem o nome direto em cartório, sem necessidade de processo judicial.

No total de pedidos, 57% dos casos a mudança foi de nome masculino para feminino/Reprodução
Segundo levantamento da Folha de São Paulo, em um ano – o período de vigência da lei, no país foram 2.033 beneficiados. O estado com maior número de mudanças de registro foi São Paulo, com 1.296 solicitações.
Do total de pedidos, em 57% dos casos a mudança foi de nome masculino para feminino.
Conteúdo Original / Fonte: TON LINDOSO, DO CONTILNET
