A ideia parecia impossível para alguns e soava como lenda para outros, mas a realização de um encontro de arquitetura no Acre está prestes a se tornar realidade.
Acadêmicos do curso de arquitetura e urbanismo da União Educacional do Norte, além de alguns profissionais que apoiam a causa, cuidam dos últimos detalhes da organização do II Encontro Regional Norte de Estudantes de Arquitetura e Urbanismo, que será realizado de 25 a 30 de maio, em Rio Branco.
O Erea Acra 2015 faz parte da programação dos encontros organizados e promovidos pela Federação Nacional dos e das Estudantes de Arquitetura e Urbanismo (Fenea), cuja marca é o caráter amplo na abordagem de temas relativos a arquitetura e urbanismo, assim como seu ensino, pesquisa e extensão.
Os encontros promovidos pela Fenea têm como principal objetivo promover a troca de experiências e o debate entre os estudantes de arquitetura e urbanismo do país e de suas regionais.
Por serem momentos de grande concentração de pessoas, o resultado desse convívio gera diálogo aberto entre os diferentes estudantes e suas diferentes culturas e realidades.
Durante seis dias de encontro, acontecem vivências, palestras, workshops, mesas redondas, conselhos de entidades e amostras de iniciação científica.
Os encontros tornam-se parte integrante da formação acadêmica dos estudantes de arquitetura e urbanismo do Brasil.
Na temática do Erea Acre 2015, três pontos são considerados fundamentais: união latino-americana, arquitetura vernácula e identidade amazônica.
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De acordo com o organizadores, é preciso deixar de voltar as costas para o continente em que estamos inseridos e viver a latinidade. “Acreditamos que dentro de nossas raízes temos muitas das respostas que precisamos para a construção de uma arquitetura mais humana, mais respeitosa”.
Os organizadores dizem que o Norte é “peça pulsante do país, a mais estreita com os primórdios da nossa origem, a mais rica em biodiversidade”.
Eles acreditam que as cidades devem ser construídas por e para aqueles que a habitam, caminham, convivem. “A participação e o conhecimento local são primordiais na formação urbana, em todas as suas escalas”.
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