Ao saber da existência do site de relacionamento “Meu Patrocínio”, no qual homens maduros se dispõem a ajudar jovens desamparadas a pagar o aluguel, os estudos e as prestações atrasadas (além de bolsas e vestidos), o advogado empresarial mineiro Brener Belozi, 35 anos, resolveu pesquisar as implicações jurídicas que o contrato entre as partes — ainda que informal — poderia ter.
Se no passado o senhor rico podia encontrar a moça descapitalizada nos “classificados de pessoas” dos jornais, hoje os dois personagens ganharam apelidos importados. Ele atende por “sugar daddy” (papaizinho doce), e ela — em uma — em uma adaptação providencial de status — por “sugar baby” (bebê idem). O site possui alegados 550 mil usuários.

No relacionamento “sugar”, baby fica com daddy assumidamente por dinheiro (Foto: Image Source)
