Mais uma polêmica envolvendo o “Menino do Acre” surgiu esta semana. Desta vez, a situação envolve o amigo de Bruno Borges, Márcio Gaiote, que ajudou Bruno a montar o quarto decorado com uma estátua do filósofo Giordano Bruno.
De acordo com informações, Borges não teria dividido o dinheiro das vendas da primeira edição do livro “Teoria da Absorção do Conhecimento (TAC)”. A obra foi lançada após o “desaparecimento” de Bruno e já pode ter rendido mais de R$ 400 mil para o autor.

Bruno Borges/Foto: reprodução
Ainda durante as investigações, Gaiote foi interrogado pelas forças policiais, pois foi descoberto um contrato (assinado anteriormente ao sumiço de Bruno) que destina 4% do lucro bruto das vendas, tudo depositado em conta bancária, após prestação de contas mensal.
Os advogados de Márcio pediram à 2ª Vara Cível da Comarca de Rio Branco que as contas das editoras Saraiva e Arte e Vida, responsáveis pela publicação de TAC, tenham os valores devidos bloqueados pelo Banco Central.
Entretanto, a juíza Thais Kalil não aceitou o bloqueio solicitado por Gaiote, intimando Bruno Borges com um prazo de 15 dias para prestar contas do dinheiro que recebeu e, após isso, se manifestar sobre as acusações.
Com informações do site AC 24 Horas
