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Arqueólogo fala sobre como era viver no Acre há milhares de anos atrás

Por Marina, ContilNet Fonte: TON LINDOSO, DO CONTILNET 05/09/2018 às 17:45

Na antiguidade rxistia manejo florestal, formas consideradas até revolucionparias de lidar com a floresta e esses povos deixaram muitas marcas. A arqueologia tem revelado que a Amazônia era uma região com milhões de habitantes antes da chegada dos europeus, que tinham um modo de vida bastante diferente daquele que hoje se tenta implantar na região.

De acordo com publicação do O Eco, era “uma população numerosa e diversa, que domesticou e cultivou plantas importantes até hoje, como a mandioca, pupunha e castanha, mas que desapareceu pouco depois da chegada de portugueses e espanhóis”.

O arqueólogo Eduardo Neves, do Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo (USP), faz escavações e estuda vestígios deixados por estes povos desde a década de 1990. Em conversa com O Eco, ele tenta explicar melhor como viviam essas populações na Amazônia e o que elas podem nos ensinar.

Foto: Jenny Watling

Por telefone, ele fala da diversidade de culturas que já havia nesta vasta região, provavelmente, há 9 mil anos, e das marcas deixadas. No lugar de pirâmides, imagem que logo vem a cabeça quando se fala em civilizações antigas, na Amazônia os arqueólogos tentam compreender grandes estruturas de barro, que durante anos estiveram escondidas na floresta, e analisam vestígios tão pequenos que precisam ser analisados em microscópios. Para Eduardo Neves, se existe uma palavra que pode representar a Amazônia é ‘diversidade’.

Veja a entrevista completa clicando AQUI.

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