Enquanto marcava o gol que colocou o Japão em vantagem sobre o Brasil na Copa do Mundo de 2026, o volante Kaishu Sano voltou a ganhar os holofotes por um episódio que marcou sua carreira fora dos gramados. Em 2024, o jogador foi preso sob acusação de estupro em Tóquio, passou duas semanas detido e chegou a pedir desculpas à mulher que o denunciou. Ao fim do processo, no entanto, ele não foi condenado e ficou apto a retomar a carreira profissional. As informações são do Extra.
Sano foi detido após uma mulher, de aproximadamente 30 anos, denunciar ter sido vítima de violência sexual em um hotel na capital japonesa. De acordo com a imprensa local à época, outros dois homens que estavam com o atleta também foram investigados pelo caso.
Depois de deixar a prisão, o jogador divulgou um comunicado público no qual reconheceu que suas atitudes causaram prejuízos à vítima e às pessoas ao seu redor.
“Apresento minhas sinceras desculpas à vítima pelas minhas ações que causaram grandes problemas. Assumo gravemente as consequências da minha ação e me esforçarei para restaurar a confiança de todos”, declarou.
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Apesar da prisão e da repercussão do caso, Sano não foi condenado pela Justiça japonesa. Com o encerramento da investigação sem condenação criminal, o volante foi liberado para seguir atuando profissionalmente e voltou a ser convocado pela seleção do Japão.
Nesta segunda-feira (29), o meio-campista voltou ao centro das atenções ao marcar o primeiro gol da equipe japonesa contra o Brasil, em duelo válido pela fase eliminatória da Copa do Mundo de 2026. O lance reacendeu o interesse pelo histórico extracampo do atleta, que continua sendo uma figura controversa no futebol japonês em razão do episódio ocorrido há dois anos.


