
A Região Nordeste concentra a maioria dos municípios com índice de risco de epidemia de dengue Arquivo Agência Brasil

A Região Nordeste concentra a maioria dos municípios com índice de risco de epidemia de dengue Arquivo Agência Brasil
De acordo com a pasta, 1.844 municípios fizeram o Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa) de janeiro a fevereiro deste ano – e registraram um aumento de 26,38% em relação aos participantes em 2014.
Os números mostram que uma capital se encontra em situação de risco, Cuiabá (MT), enquanto 18 estão em situação de alerta: Aracajú (SE), Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Campo Grande (MS), Fortaleza (CE), Goiânia (GO), Macapá (AP), Maceió (AL), Manaus (AM), Palmas (TO), Porto Alegre (RS), Porto Velho (RO), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), São Luís (MA), São Paulo (SP) e Vitória (ES).
Conforme o levantamento, a Região Nordeste concentra a maioria dos municípios com índice de risco de epidemia (171), seguida pelo Sudeste (54), Sul (52), Norte (46) e Centro-Oeste (17).
Na Região Nordeste, o armazenamento inadequado de água responde pela maioria dos criadouros do mosquito Aedes aegypti (76,5%). No Norte, o principal problema é o lixo (48,2%). No Sudeste, os depósitos domiciliares respondem pela maior parte dos criadoruros (52,6%). No Centro-Oeste e no Sul, o principal foco do mosquito é o lixo (51,6% e 52,7%, respectivamente).
O ministro da Saúde, Arthur Chioro, avaliou que o LIRAa constitui uma ferramenta importante para direcionar ações de prevenção e combate à dengue e ao chikungunya. “É um dispositivo que orienta a ação não apenas de autoridades sanitárias, mas da própria comunidade em cada cidade, em cada região. Ele representa a capacidade de mapear a situação em diferentes cidades, com graduação de riscos diferentes”.
