A Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) mostrou que o custo da cesta básica subiu em 13 e caiu em 14 capitais em outubro, entre elas Rio Branco, com um aumento de 1,94%.
As maiores altas no mês de outubro ocorreram em Florianópolis (5,85%), Vitória (3,19%), Porto Velho (2,18%) e Maceió (2,12%). As retrações mais expressivas foram observadas em Brasília (-5,44%), Teresina (-1,77%), Palmas (-1,76%) e Salvador (-1,66%). A cesta mais cara foi a de Porto Alegre (R$ 478,07), seguida de Florianópolis (R$ 475,32) e São Paulo (R$ 469,55). Os menores valores médios foram observados em Natal (R$ 366,90) e Recife (R$ 373,66).
Além do registro de aumento mensal, Rio Branco foi uma das capitais que teve a elevação mais expressiva entre os meses de janeiro e outubro com 21,99% de aumento no valor total da cesta básica, ficando atrás apenas de Maceió (24,25%) e Aracaju (23,69%). De acordo com o Dieese, em outubro, o valor da cesta básica era de 379,34. O trabalhador rio-branquense precisou trabalhar 94h50m para adquirir os produtos que compõe a cesta básica comprometendo 46,86% da renda.
