
Marcio Bittar ao lado da esposa, Marcia Bittar, e do Filho João Paulo/Foto: ContilNet
O presidente regional do Instituto Teotônio Vilela, ex-deputado Marcio Bittar (PSDB), afirmou à ContilNet na manhã de quinta-feira (12) que a oposição acreana deve se unir em torno do projeto do recém-instituído governo Temer.
Segundo o tucano, a partir do afastamento da presidente Dilma ocorrido na manhã de quinta-feira, é fundamental que o grupo oposicionista entenda que passa a ser governo, dentro da estrutura federal, e que será cobrado como parte do Executivo.
Marcio frisou que chegou a hora de todos os líderes do grupo de oposição se unirem em torno de um único projeto. “É necessário que a oposição perceba esse novo momento. A partir de hoje, as pessoas cobrarão de nós as ações do governo federal. Irão cobrar dos parlamentares Wherles Rocha (PSDB), Flaviano Melo (PMDB), Jéssica Sales (PMDB), Gladson Cameli (PP) e todos os outros.”
Ele chamou atenção para a responsabilidade que a oposição adquiriu ao fazer parte do governo federal que assumiu com o compromisso de mudar o Brasil para melhor. “É uma nova etapa. Que os nossos líderes urgentemente se sentem à mesa para combinar as ações, e digo combinar mesmo, para que cada um não saia agindo por si só, que cheguem a um consenso sobre os nomes que indicarão para assumir os órgãos federais no Acre”, salientou.
Um dos principais entusiastas do Movimento Vem pra Rua, que pedia a saída de Dilma, Marcio pontuou que o PSDB nacional assumiu a responsabilidade de construir o chamado novo momento no governo Temer. “Prevaleceu o apoio incondicional que o PSDB dará ao governo, inclusive indicando dois nomes para compor a equipe do presidente Temer: José Serra e Bruno Araújo”, disse.
