A Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa Acre) tem um novo chefe-geral. O economista Márcio Muniz Albano Bayma assume, a partir desta terça-feira (1º), a gestão da Embrapa Acre, que completa 50 anso de atuação em 2026. O mandato é de dois anos, com possibilidade de prorrogação por igual período, condicionada ao processo de avaliação e recondução.
A analista Maurícilia Pereira, que estava no Núcleo de Comunicação Organizacional, será chefe-adjunta de Transferência de Tecnologias. A chefia adjunta de Administração seguirá com o analista Hudson Nardi e a chefia adjunta de Pesquisa e Desenvolvimento com o pesquisador Elias Miranda.
“Nossa Unidade possui potencial de gerar tecnologias que conciliam a conservação ambiental e o dinamismo do agronegócio no Acre, mostrando que são caminhos convergentes. Buscaremos a consolidação de um modelo de desenvolvimento que seja, simultaneamente, produtivo e sustentável”, diz Bayma.
A gestão de Bayma está focada na inclusão produtiva e na segurança alimentar, por meio do fortalecimento da agricultura familiar e da valorização das culturas locais. Além disso, Bayma deve focar na sustentabilidade e inovação, direcionando a ciência para a economia de baixo carbono e o uso inteligente dos recursos naturais.
A gestão também atuará no fortalecimento institucional com foco em inteligência territorial e na busca ativa por parcerias estratégicas para garantir a excelência científica.
Escolha do novo chefe-geral
O processo de seleção começou em 14 de março e incluiu etapas de recrutamento, inscrição, homologação das candidaturas, avaliação da habilitação e seleção final, que compreendeu audiência pública, avaliação da Diretoria-Executiva e designação pela Presidência da Embrapa.
Quem é Márcio Bayma?
Empregado da Embrapa Acre desde 1999, Márcio Bayma possui graduação em Economia pela Universidade Federal de Rondônia (Unir) e Tecnólogo pela Universidade Federal do Acre (Ufac), especialização Lato Sensu em Análise de Sistemas, mestrado em Economia Aplicada pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e doutorado em Biodiversidade e Biotecnologia pela Rede Bionorte. Sua atuação profissional é voltada para a prospecção de negócios em bioeconomia, com foco nas cadeias produtivas da sociobiodiversidade, extrativismo, agricultura familiar, manejo florestal comunitário e empresarial e no agronegócio regional. Márcio vinha atuando na área de Transferência de Tecnologia, como supervisor do Setor de Implementação da Programação de Transferência de Tecnologia (SIPT), em Rio Branco (AC).
