“O senhor nasceu no Acre e diz que sua placenta ficou enterrada no Acre. E hoje é senador pelo Pará. Acre e Pará são as duas colunas que sustentam a Amazônia e, por isso, o senhor vai ter a missão de defender os povos indígenas. Se o senhor não fizer isso, quem vai fazer?”. Foram com essas palavras que Erwin Kräutler (Koblach, 1939) ‘convertia’ o senador acreano Jarbas Passarinho a um dos protetores dos povos indígenas.

Dom Erwin Kräutler observa o rio Xingu, na última segunda-feira/LILO CLARETO
Uma reportagem especial do El país fala sobre isso e conta a história do bispo que desembarcou em Altamira, no Pará, porque em sua Áustria natal “havia tanto padre que um pisava no pé do outro”. Isso em 1965. E também porque, quando criança, “já sonhava com o rio Xingu”.
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