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Emprego com carteira assinada segue caindo no Ac, mostra Caged

Por Suporte Fonte: Da Redação da ContilNet Notícias 24/04/2015 às 16:42

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carteira-de-trabalhoDivulgado nesta quinta-feira, 23, o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) mostra que o nível de emprego conitnuou caindo no Acre em março quando comparado os resultados desse mês   com fevereiro de 2015. Em março de 2015 foram eliminados 500 empregos celetistas, o que representa uma retração de 0,57% em relação ao estoque de assalariados com carteira assinada do mês anterior.

Esse desempenho foi proveniente da queda do emprego principalmente nos setores do comércio, que extinguiu 202 postos, dos serviços (-196 postos) e da construção civil (-185 postos). Note-se que o saldo negativo de março último foi menor que o ocorrido em março de 2014, de 872 postos a menos.

Na série ajustada, que incorpora as informações declaradas fora do prazo, nos três primeiros meses do corrente ano houve um decréscimo de 1.555 postos de trabalho celetistas (-1,74%).   Ainda na série com ajustes, nos últimos 12 meses verificou-se redução de 0,85% no nível de emprego ou   753 postos de trabalho extintos no período.

Em nível de País, no entanot, a taxa de emprego cresceu 0,05% em relação ao estoque do mês anterior, após 3 meses consecutivos de queda, indicando a geração de +19.282 empregos formais em março de 2015. Também, esse resultado é superior ao registrado em março de 2014 da ordem de +13.117 postos de trabalho. O saldo no mês de março foi oriundo de 1.719.219 admissões e 1.699.937 desligamentos. No acumulado do ano, verificou-se a redução de 0,12%, equivalente a perda de 50.354 postos de trabalho, indicando que o saldo positivo no mês de março ainda não foi suficiente para superar o redução emprego ocorrido nos dois primeiros meses do ano. Entretanto, a expectativa para o mês de abril é de que esse quadro negativo se reverta.

Em termos setoriais, os dados mostram que quatro dos oito setores registraram expansão no contingente com carteira assinada, com destaque para: os Serviços (+53.778 postos ou +0,31%), saldo superior ao registrado no mesmo mês em 2014 (+37.453 postos); Administração Pública (+3.012 postos ou +0,33%); Comércio (+2.684 postos ou +0,03%), saldo positivo após três meses de queda e superior a março de 2014 (-26.251 postos). Por outro lado, os destaques negativos foram: Construção Civil (-18.205 postos ou -0,60%) e Indústria de Transformação (- 14.683 ou -0,18%).

A elevação do emprego no do setor Serviços (+53.778 postos ou +0,31%) decorreu da expansão do emprego em quatro dos cinco ramos, com um deles apresentando saldo recorde. Os segmentos com resultados positivos foram: Ensino (+ 18.325 postos ou + 1,11%), Serviços de Comércio e Administração de Imóveis (+15.429 postos ou +0,31%), Serviços Médicos e Odontológicos (+9.234 postos ou +0,48%) com saldo recorde para o mês, Serviços de Transportes e Comunicações (+7.592 postos ou +0,33%) e Serviços de Alojamento e Alimentação (+3.758 postos ou +0,06%). As Instituições Financeiras (-567 postos ou -0,08%) foi o único ramo dos Serviços que registrou declínio no emprego.

O desempenho negativo do setor de Indústria de Transformação (-14.683 postos ou -0,18%) originou-se da diminuição do emprego em oito dos doze segmentos que o integram. Os ramos que apresentaram as maiores quedas foram: Material de Transporte (-6.355 postos ou -1,11%); Mecânica (-4.893 postos ou -0,75%); Produtos Alimentícios (-4.455 postos ou -0,23%); e Metalúrgica (-3.652 postos ou -0,49%). Os ramos industriais que mais geraram empregos foram: Borracha (+4.215 ou +1,20%); Calçados (+2.632 ou +0,81%); e Química (+1.792 postos ou 0,19%). (A Tribuna)

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