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A executiva regional do PSD cobrou o senador Sérgio Petecão, presidente do partido, que denuncie incisivamente em Brasília a participação do governador do Acre, Tião Viana (PT), nas propinas do Petrolão. Ele levou a “prensa” em reunião ordinária realizada na última sexta-feira (20), com “casa cheia”.
O encontro da última sexta-feira no PSD foi o primeiro do ano e a participação de toda a executiva foi uma demonstração do crescimento do partido a partir da última eleição. Além de eleger um deputado estadual, o pastor protestante Jairo Carvalho, o partido ficou na primeira suplência da chapa de federal da oposição, com a professora Marfisa Galvão. Ganhou, também, uma cadeira na Câmara de Vereadores, em Rio Branco. Lene Petecão assumiu a vaga de Eliane Sinhasique (PMDB), que renunciou depois de se eleger deputada estadual.

Com o crescimento do partido era de se esperar a sede lotada para a primeira reunião do ano, segundo o presidente do diretório municipal, Nilton Bayma. O senador Petecão, maior estrela da sigla, ouviu a todos atentamente e abriu a fala para todos. “Me entusiasmei porque todo mundo quis falar. É assim que funciona um grande partido”, disse o senador, que está no Acre desde a semana passada, e de onde não arredou o pé para brincar o carnaval.
Ao final do encontro o PSD decidiu como participará das eleições ano que vem, com candidaturas a prefeito em quase todos os municípios, como se comportará na montagem de chapa para vereador e, por fim, ficou acertado que o partido permanecerá fazendo oposição ao governo. “Foi uma decisão unanime que continuaremos sendo oposição aqui, embora a nacional seja da base da presidente Dilma”, disse o senador Petecão.
Mas a decisão surpreendente da executiva, na primeira reunião do ano, foi a cobrança feita ao senador Sérgio Petecão, para que ele seja mais incisivo no Congresso, para denunciar e, consequentemente, desmascarar a participação do PT do Acre no Petrolão. “Figuras importantes do partido como Alércio Dias e Luiz Calixto puxaram esse negócio e eles tem razão. Eu tenho que ouvir a minha executiva “, disse o senador, felzi pela numerosa participação no encontro do PSD em sua sede, na via Chico Mendes.