Falta pouco mais de 40 cm para BR 364, na região de Mutum-Paraná, ser inundada

Por Wania Pinheiro, ContilNet 02/02/2015 às 13:05

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O Rio Madeira continua preocupando a população dos municípios de Rondônia e principalmente todo o estado do Acre. Ao ficar a 45 centímetros de atingir a BR 364 e apresentando nesse sábado, 31, a marca de 15,48 metros, subindo seu nível em 16 centímetros em 24 horas.

Segundo a Companhia de Pesquisa em Recursos Minerais- CPRM e a Polícia Rodoviária Federal-PRF, a marcação desse sábado ultrapassou em quatro centímetros a cota registrada no mesmo período do ano passado que era de 15,44 metros.

Os dados apresentados pela PRF mostram que os índices de aumento das águas estão sendo diário, o que coloca em estado de alerta todos os órgãos de Rondônia e Acre, na medida em que as águas atingirem famílias e a BR 364, deixando o Acre praticamente isolado como ocorreu em 2014.

Para evitar qualquer tipo de problemas ao longo da BR 364, a PRF está em regime de alerta máxima para garantir a segurança do trafego de veículos. O DNIT vem providenciando toda a sinalização necessária para orientar os condutores dos locais que possam oferecer perigo ou acabe sendo inundado pelas águas do Madeira.

A localidade da BR 364 que está prestes a ser atingida pelas águas é a região de Mutum-Paraná, a primeira a ser afetada em 2014 prejudicando gravemente o trafego de veículos para o Acre.

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Problemas registrados

Os problemas ocasionados pela elevação das águas do Madeira já começam a aparecer. A travessia pela balsa está mais demorada que o esperado, em virtude dos troncos de árvores que são arrastados pela força da correnteza e acabam se tornando um perigo eminente caso atinja as balsas, além do percurso que acaba ficando maior com o aumento do nível do Rio.

As carretas e caminhões que abastecem o comércio do Acre também estão demorando mais para entregar suas mercadorias. O quadro com a elevação das águas do Madeira só preocupa os acreanos que ano passado conviveram com a falta e aumento dos produtos, principalmente da gasolina.

Conteúdo Original / Fonte: Wiliandro Derze, para a ContilNet Notícias

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