Uma publicação do site iG aponta que os estados do Acre e Tocantins figuram empatados na vice-lanterna entre os estados que menos arrecadaram na Mega-Sena.
“Roraima, por exemplo, foi o estado cujos apostadores menos investiram na Mega de 2009 para cá – somente em 2014, o Amapá perdeu nesse quesito. Ainda assim, o estado registrou ao menos um ganhador do prêmio principal, nos últimos cinco anos”, informa a publicação.
Já no geral, a publicação aponta que a lógica de vencedores/dinheiro arrecadado funciona bem. Líder absoluto em arrecadações, com ao menos R$ 1 trilhão investidos pelos apostadores a cada ano desde 2009, São Paulo teve o prêmio principal sorteado 161 vezes no período. Seguem-no Rio de Janeiro e Minas Gerais – 59 e 53 vezes sorteados, respectivamente –, cuja arrecadação média anual nos últimos anos ficou em cerca de R$ 500 mil.
Paraná, Rio Grande do Sul, Distrito Federal, Santa Catarina, Bahia, Pernambuco e Ceará completam os dez primeiros lugares dos estados ‘pé-quente’, com respectivamente 47, 27, 19, 19, 18, 15 e 14 apostas premiadas.
A publicação traz uma informação que, mesmo não sendo relativa ao Acre, é curiosa: um levantamento da Caixa Econômica Federal, feito a pedido do iG, mostra que nos 1.662 concursos da Mega-Sena realizados desde 1996, quando a loteria começou, até o último dia 17 dezembro, houve um estado onde nunca saiu o prêmio principal da loteria. É o Amapá, unidade federativa que faz fronteira com a Guiana Francesa, o Suriname e o Pará.
“O dado confirma aquilo que especialistas em jogos de azar mais insistem – quanto mais apostas feitas, mais chances há de ganhar. Mas, não totalmente. Isso porque, apesar de figurar entre os lanternas disparados de arrecadação no país, outras regiões que também não arrecadaram tanto registraram ganhadores no período”, conta o site.
