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MP cancela coletiva sobre legalidade da TelexFree; órgão se recusa a dar entrevistas

Por Suporte Fonte: Kellyton Lindoso, da ContilNet Notícias 27/02/2015 às 15:40

telexfree

promotorestelexfreeApós anunciar realização de uma coletiva de imprensa que iria tratar, na última quinta-feira (26), sobre a manifestação do Ministério Público Estadual com relação a legalidade da TelexFree, o órgão voltou atrás e informou na tarde de quarta-feira (25) o cancelamento da entrevista com jornalistas.

A notícia irritou os chamados “divulgadores”, que geravam renda através dos planos da empresa e que estão proibidos de atuar desde julho de 2013.

No aviso, a assessoria de comunicação do órgão informou que o cancelamento se deu porque “não teria dado tempo de ouvir a empresa investigada” e a que o adiamento da coletiva se fez necessário para que os promotores “possam trabalhar dentro do prazo e na legalidade”.

A coletiva seria realizada com os promotores Alessandra Marques, Danilo Lovisaro e Marco Aurélio, para apresentar o entendimento e as medidas a serem adotadas pelo órgão fiscalizador, após a conclusão do laudo pericial, que trata sobre a legalidade da Telexfree (Ympactus Comercial Ltda).

A auditoria ​​realizada pela empresa Ernest & Yong​ foi protocolada ​ ​dia 11 de fevereiro de 2015​ ​​junto a 2ª Vara Cível, do Tribunal de Justiça do Acre​. A magistrada responsável pela abertura do processo, Thaís Queiroz Borges, que determinou o bloqueio das contas e a paralisação das atividades, sob suspeita de prática de pirâmide, se recusa a prestar qualquer entrevista acerca do contido no laudo.

A alegação da magistrada se dá em virtude do prazo para manifestação das partes envolvidas, no caso, a empresa Ympactus Comercial Ltda e o Ministério Público Estadual (MPE)​. O prazo final para manifestação, de ambas as partes, encerra dia 11 de março (30 dias após entrega do laudo pericial).

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