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“Na época do Hildebrando, não matavam servidores da Segurança”, diz Adriano Marques

Por Suporte Fonte: Gina Menezes, da Redação da ContilNet Notícias 04/02/2015 às 12:20

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Presidente Sindap-AC, Adriano Marques

Revoltado com o assassinato do agente penitenciário Anderson Albuquerque, morto com 10 tiros na noite desta segunda-feira (3), nas proximidades de uma faculdade particular, o presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários do Acre (Sindap-AC), Adriano Marques, declarou à reportagem da ContilNet Notícias que o ex-coronel Hildebrando Pascoal faz falta para conter a marginalidade e proteger policiais.

“Na época do coronel Hildebrando Pascoal, não aconteciam estas barbaridades com servidores da Segurança Pública”, frisou.

Adriano afirmou, ainda, que o assassinato de Anderson foi premeditado e que o agente morto já havia, inclusive, registrado um boletim de ocorrência por supostas ameaças contra a vida dele. Ele disse que é hora da categoria se mobilizar em protesto para garantir a segurança.

“Convocamos todos para a Assembleia Geral Extraordinária, com apresentação, discussão e votação de greve geral por tempo indeterminado, em frente ao Francisco de Oliveira Conde”, postou em rede social, afirmando que a assembleia acontece hoje (3).

Adriano usou a página pessoal dele no Facebook para acusar as autoridades de falta de comprometimento com a segurança dos agentes.

“Por total falta de atenção, chefes de famílias, pessoas honestas, se foram sem direito à resposta das autoridades constituídas e do Poder Judiciário de nosso país”, citou.

Às 10 horas da manhã desta terça-feira, os agentes farão uma carreata em protesto à morte do colega de farda.

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Na manhã desta terça-feira (3), agentes penitenciários protestaram contra as mortes dos colegas de trabalho. Uma carreata saiu do presídio Francisco d’Oliveira Conde (FOC) e seguiu até a funerária São João Batista, na Antônio da Rocha Viana.

O protesto aconteceu após a morte do agente Anderson da Silva Albuquerque, 29 anos, que foi assassinado nesta segunda-feira (2) com seis tiros.

Reivindicando mais segurança à categoria, os agentes fecharam a unidade prisional impedindo a saída de viaturas para o transporte de presos para participação em audiências.

 

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