
A revolta de um rio assoreado
O pensamento persistente na cabeça desta colunista, nos últimos dias, foram as pautas passadas pelo saudoso jornalista Ezi Melo para que se fizessem matérias a respeito do assoreamento das margens do rio Acre. Ele dizia, naquela época, que poderíamos ter sérios problemas ambientais. O faro jornalístico dele não falhou.
Claudemir Mesquita, o Profeta
Lembro que naquela época, 2004, 2005 e 2006, quando o geógrafo Claudemir Mesquista, ativista em defesa do tio Acre, orientava e afirmava a possibilidade de grandes enchentes era tido como lunático. Nunca ninguém do Governo da Floresta deu crédito ao ativista ambiental.
O desastre ambiental em um governo com filosofia ambiental
É lamentável que um estado que há quase 20 anos vive sob um governo que tem como mote a florestania e todo o conceito subjetivo de preservação ambiental agora se dê conta que o assoreamento do rio Acre chegou a níveis alarmantes e nenhuma providência foi tomada para evitar a catástrofe.
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