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OMS anuncia fim do ressurgimento de epidemia em Serra Leoa

Por Marina, ContilNet Fonte: Da Agência Lusa 17/03/2016 às 09:14
FILE -In this Saturday, Sept. 29, 2007, file photo, A 43 year old Congolese patient, center, who has been confirmed to have Ebola hemorrhagic fever, following laboratory tests, is comforted by Medecins Sans Frontieres (Doctors without Borders) nurse Isabel Grovas, left, and Doctor Hilde Declerck, right, in Kampungu, Kasai Occidental province, Congo. An outbreak of the deadly Ebola virus is believed to have killed at least 59 people in Guinea and may already have spread to neighboring Liberia, health officials said Monday, March 25, 2014. (AP Photo/WHO, Christopher Black, HO, File) EDITORIAL USE ONLY

FILE -In this Saturday, Sept. 29, 2007, file photo, A 43 year old Congolese patient, center, who has been confirmed to have Ebola hemorrhagic fever, following laboratory tests, is comforted by Medecins Sans Frontieres (Doctors without Borders) nurse Isabel Grovas, left, and Doctor Hilde Declerck, right, in Kampungu, Kasai Occidental province, Congo. An outbreak of the deadly Ebola virus is believed to have killed at least 59 people in Guinea and may already have spread to neighboring Liberia, health officials said Monday, March 25, 2014. (AP Photo/WHO, Christopher Black, HO, File) EDITORIAL USE ONLY

O ressurgimento recente de ebola em Serra Leoa terminou, anunciou hoje (17) a Organização Mundial da Saúde (OMS), que considera o fato “um novo marco no esforço do país para derrotar” a doença.

Em nota, a OMS diz que se completam hoje 42 dias, ou seja dois ciclos de incubação do vírus, desde que o último doente confirmado no país teve o segundo resultado negativo.

O último ressurgimento de ebola fez aumentar para 3.590 o número de mortos em Serra Leoa, durante uma “epidemia que devastou famílias e comunidades em todo o país”, acrescenta a OMS.

No comunicado, a organização diz que o fim do ressurgimento é “um novo marco no esforço do país para derrotar o ebola”. Ela elogia o governo, os parceiros e o povo de Serra Leoa pela resposta rápida ao novo surto.

No entanto, a organização avisa que Serra Leoa, assim como a Libéria e a Guiné-Conacri, ainda estão em risco de novos ressurgimentos, sobretudo devido à persistência do vírus em alguns sobreviventes.

“É preciso manter uma vigilância forte e uma capacidade de resposta de emergência, assim como rigorosas práticas de higiene em casa e nos serviços de saúde e uma participação comunitária ativa”, afirma a nota. A OMS pede cuidados de saúde, de rastreamento e orientações à população.

Serra Leoa foi inicialmente considerada livre da transmissão de ebola no dia 7 de novembro, a Guiné-Conacri em  29 de dezembro e a Libéria em 14 de janeiro.

A epidemia de Ébola na África Ocidental afetou 28.637 pessoas e matou 11.315 delas.

Iniciada em dezembro de 2013 na Guiné-Conacri, a epidemia propagou-se depois aos vizinhos Libéria e Serra Leoa, três países que concentraram 99% dos casos, bem como à Nigéria e ao Mali.

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