Sem Tião Viana, procuradora lê mensagem governamental na volta dos trabalhos na Aleac

Por Wania Pinheiro, ContilNet 02/02/2016 às 23:49
aleactrabalhos

A mensagem governamental será lida pela procuradora do Estado, Lydia Soares

A mensagem do governador Tião Viana à Assembleia Legislativa do Acre (Aleac) foi lida em mais de 1h30 pela procuradora-geral do Estado, Lidia Soares, durante a sessão solene de abertura dos trabalhos de 2016.
A mensagem governamental, que começou a ser lida as 10h30, continha 33 páginas, permeadas por uma espécie de prestação de contas dos trabalhos do governo Tião Viana nos últimos cinco anos. Todos os projetos e investimentos foram citados e foi ressaltado o compromisso que o governo mantém com o desenvolvimento sustentável.
A mensagem também reforçou o compromisso com os valores democráticos que devem reger o Estado. “Reafirmamos, perante esta augusta Casa, que o governo segue com rigor e aprofundamento os sagrados valores da democracia. Fazemos uso de estreita relação com a população como prática de governo. Assentamo-nos numa ampla governança definida através do diálogo com as ruas, com os rios, com a floresta, com o cultivo e com o  povo, considerando a opinião da sociedade civil um instrumento para obtenção de resultados cada vez mais satisfatórios”, diz trecho do documento.
Nas primeiras paginas da mensagem, o governo cita a crise financeira e, logo em seguida, é ressaltado o fato de que sempre houve empenho em pagar os salários de servidores em dia.
“Apesar dos nítidos avanços, sabemos que o Acre não está imune à crise. A lógica da economia, da política e o regramento federativo estende o impacto da crise por todo o País. Apesar disto, nosso governo antecipou-se à irrupção da crise e precaveu-se de grande parte dos seus efeitos, na medida em que organizou um Portfólio de investimentos que suavizaram os efeitos dos desequilíbrios da economia nacional”, assegura em trecho da nota.
Na mensagem também é destacada a responsabilidade fiscal do governo e capacidade de endividamento que, segundo o Palácio Rio Branco, ainda possui. “Em 2015, a dívida consolidada, cujo limite estadual é de pouco mais que 7,90 bilhões de reais, alcançou somente 3,82 bilhões, ou seja, somente 48,35% do permitido, demonstrando o grande senso de responsabilidade fiscal que o governo tem perseguido”, ressalta.

 

Conteúdo Original / Fonte: Gina Menezes, da Contilnet

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