mais arrocho
Após anúncio do Ministro da Fazenda nesta segunda-feira (20) sobre o retorno dos tributos sobre a gasolina, que deverão ter impacto de R$ 0,22 no preço do combustível e valerão a partir de 1º de fevereiro, o presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis, Gás Liquefeito de Petróleo e Lubrificantes do Acre (Sindepac), Delano Lima, afirmou que ainda estão buscando uma maneira para que este aumento não chegue ao consumidor.
“Não sabemos se irá surtir efeito, mas na quinta-feira (22), haverá uma reunião em Brasília para tratar sobre este assunto”, afirma.
Delano Lima diz que representantes da Federação dos Sindicatos dos Postos de Combustível (Fecombustível) estarão em Brasília em uma reunião com o ministro de Minas e Energia para ver se há uma possibilidade da Petrobras absorver este aumento.
Durante as afirmações que fez à imprensa, Delano disse que a Petrobras aplica um preço 70% mais alto do que o comercializado no exterior.
Questionado sobre o porquê do preço do combustível ser tão alto no Brasil, Delano coloca o valor altíssimo na cota da pesada carga tributária aplicada no Brasil e disse que considera normal o aumento.
“Sabemos que todo começo de ano, as coisas aumentam; não seria diferente com a gasolina”, concluiu.