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Think Stock Combate ao uso de celulares roubados anda de forma devagar na América Latina

Por Marina, ContilNet Fonte: Uol 04/03/2015 às 16:49

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imagescelularesPouco mais de um ano depois da assinatura de um memorando de intenções entre o Governo, por meio do ex-ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, com a GSMA para a integração da base de dados nacional com os números de IMEI de celulares roubados à da entidade, que agrega dados de 19 países, os resultados não parecem ser muitos favoráveis.

Nesta terça-feira, 03/03, no Mobile World Congress 2015, o diretor da GSMA para a América Latina, Sebastian Cabello, indagado sobre o tema, não quis dar números. No ano passado, os dados da entidade davam conta que Brasil teria mais 1 milhão de celulares roubados por ano e estaria na vice-liderança mundial, perdendo apenas da Índia. O executivo lembrou que o Brasil foi o primeiro a assinar. Outros cinco países -Nicaragua, El Salvador, Costa Rica, México e Colômbia – já assinaram.

“Mas ainda temos muito por fazer. Muitos países importantes (como Argentina e Chile, por exemplo) ainda não estão no programa. Sei que na região da fronteira, há um trabalho conjunto já sendo feito. As operadoras brasileiras, por meio da ABR Telecom, estão compartilhando os dados com as operadoras latino-americanas. Mas podemos e temos de fazer mais”, pontuou o diretor da GSMA.

Para Cabello, a comunicação do roubo de celular deverá ser a mais simples possível. “Não dá para ficar cobrando muito do consumidor. O mais importante é criar um modelo rápido para desvalorizar o celular roubado”, completou.

 

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