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Neurocirurgião quebra silêncio de 30 anos e detalha contato com ET de Varginha

Por Redação ContilNet 24/06/2026 às 05:55
Neurocirurgião quebra silêncio de 30 anos e detalha contato com ET de Varginha

Especialista decidiu falar sobre o caso após enfrentar problemas graves de saúde/ |Foto: Reprodução

Trinta anos após o episódio que colocou o Sul de Minas Gerais no centro da ufologia mundial, o neurocirurgião e neurologista Ítalo Venturelli decidiu romper o isolamento sobre o caso. Em entrevista ao portal Metrópoles, o médico afirmou ter testemunhado de perto, em janeiro de 1996, uma criatura capturada com características físicas não humanas no hospital onde trabalhava. O relato detalha um cenário de forte controle militar e uma experiência clínica incomum.

O contato com o suposto ser ocorreu logo após Venturelli finalizar um procedimento cirúrgico em uma criança. O especialista recorda que, ao se ausentar brevemente da unidade de saúde para redigir prescrições médicas em seu consultório particular, deparou-se com uma estrutura de bloqueio logístico ao retornar ao prédio.

“Quando eu voltei, estava tudo fechado. O hospital, o estacionamento, aqueles caminhões do Exército”, relembrou o médico.

Venturelli relata ter sido abordado por uma repórter na entrada do edifício, que o questionou sobre uma cirurgia em um extraterrestre — uma indagação que ele afirma não ter compreendido de imediato. Pouco depois, dentro do hospital, um colega de profissão, hoje já falecido, convocou-o reservadamente para avaliar um paciente em uma sala improvisada.

Ao entrar no recinto, o neurocirurgião deparou-se com um ser que media o equivalente a uma criança de sete anos. Embora a estatura lembrasse uma deformidade infantil, a análise anatômica indicou características biológicas sem paralelo na medicina. “Eu vi que não era um ser daqui. Não tinha nada de humano, nada de animal. Era um ser diferente”, declarou.

O médico mapeou os aspectos físicos da criatura durante o breve contato. Segundo o depoimento, o ser possuía a pele extremamente clara, cabeça desproporcional e alongada em formato de gota, além de olhos proeminentes e volumosos na cor lilás, que seguiam o mesmo contorno fluido do crânio. Diferente de outros relatos da época, que mencionavam forte cheiro de enxofre na cidade, Venturelli destacou a ausência total de odores na sala.

O comportamento do indivíduo foi descrito como pacífico, destituído de qualquer traço de agressividade. O médico destacou ainda o impacto psicológico do olhar do ser. “Quando ele olhou para mim, ele que estava me examinando, não era eu que estava examinando ele. Um ser aparentemente com uma inteligência muito grande, muito calmo, muito empático.”

O silêncio mantido por quase 30 anos foi motivado pelo temor de pressões corporativas e pelo risco de descrédito no ambiente acadêmico. O neurocirurgião admitiu que omitiu o fato até mesmo de familiares e amigos próximos para evitar diagnósticos de desequilíbrio mental.

A decisão de expor o caso publicamente ocorreu recentemente, após o médico enfrentar problemas severos de saúde. Desde então, Venturelli passou a integrar congressos internacionais, incluindo viagens aos Estados Unidos para apresentar seu testemunho a pesquisadores independentes. O profissional enfatiza que não busca exploração financeira com o episódio. “Sou um homem simples, continuo com vida simples. Não quero misturar isso que eu vi com dinheiro”, concluiu.

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