A acompanhante de luxo Lilith Lodge, de 29 anos, afirma que o fim de ano é disparado o período mais lucrativo da profissão. Atuando há quase quatro anos no mercado e com grande alcance nas redes sociais, a australiana de Brisbane diz que o Natal transforma completamente a dinâmica dos atendimentos, e do faturamento.
Com mais de 100 mil seguidores no TikTok, Lodge compartilha relatos sobre sua rotina e respondeu a curiosidades em entrevistas ao Daily Star e ao Daily Mail. Segundo ela, nessa época do ano os clientes encontram mais “desculpas sociais” para desaparecer por algumas horas, o que aumenta a procura.
“Eles dizem que vão sair por duas horas e meia, mas uma hora inteira passam comigo”, contou.
De acordo com a influenciadora, os ganhos podem chegar a US$10 mil por semana durante o período natalino. Além do valor dos encontros, gorjetas elevadas são comuns. Lilith relatou que já recebeu uma gorjeta de US$8 mil, além de presentes como carteiras e relógios de luxo avaliados em milhares de dólares.
Riscos e aprendizado
Lodge diza fazer até US$10 mil por semana no fim de ano — Foto: Reprodução/Instagram
Apesar do sucesso financeiro, a influenciadora afirma que a profissão envolve riscos. Ela diz enfrentar ao menos duas situações de perigo por ano, principalmente no início da carreira, quando ainda trabalhava em bordéis.
“Quando você começa, atrai o pior tipo de cliente. É preciso aprender rápido a identificar sinais de alerta, tudo já na conversa inicial”, explicou.
Segundo ela, homens casados costumam ser os clientes mais educados e cautelosos, justamente por temerem que suas escapadas sejam reveladas.
Pedidos inusitados
Lilith também responde pergunta de fãs e curiosos no Tiktok — Foto: Reprodução/Tiktok
Lilith afirma que, hoje, consegue recusar propostas que ultrapassam seus limites, graças à estabilidade financeira. Ainda assim, diz que alguns fetiches fazem parte da dinâmica da profissão.
“Alguns pedidos são estranhos, mas envolvem dominação. Cabe a mim decidir o que aceito ou não”, afirmou.
A influenciadora segue usando as redes sociais para falar abertamente sobre a profissão, desmistificar o mercado de acompanhantes e relatar experiências que, segundo ela, ajudam outras mulheres a entender os riscos e as oportunidades do trabalho.
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