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O meio-campista português Bernardo Silva prestou uma homenagem emocionante ao capitão da Croácia, Luka Modric, nesta terça-feira (30), elogiando o veterano craque como seu ídolo no futebol e “uma grande inspiração” antes do confronto entre as duas seleções nas oitavas de final da Copa do Mundo.
Modric, de 40 anos, continua sendo o coração da seleção croata, que terminou como vice-campeã em 2018 e em terceiro lugar em 2022.
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“Luka é realmente um ídolo para mim, não só pela forma como jogou e se manteve no mais alto nível, mas também pela maneira como se comportou ao longo de sua carreira”, disse Silva aos repórteres.
“Ele é uma grande inspiração para mim e imagino que para quase todos os jogadores de futebol. Fico muito feliz em ver que, mesmo com a idade que tem, ele ainda está jogando em um nível tão alto.”
Portugal foi alvo de críticas por não ter conseguido o primeiro lugar no seu grupo, terminando em segundo lugar, atrás da Colômbia. Silva observou que a adaptação à seleção nacional pode ser um desafio para os jogadores portugueses que atuam em diferentes ligas.
“A maioria dos jogadores alemães joga na Alemanha e cresce com uma filosofia de futebol semelhante. A maioria dos jogadores espanhóis joga na Espanha e se desenvolve dentro do mesmo estilo. Nós não temos isso”, explicou Silva.
“O futebol português é muito diferente porque os clubes muitas vezes não têm condições financeiras para manter os seus melhores jogadores, a maioria de nós joga no estrangeiro. Jogamos em ligas completamente diferentes, com estilos de futebol muito distintos.”
“Então, essa adaptação se torna difícil, especialmente porque não temos o mesmo tempo juntos que vocês têm no nível de clube… Essa adaptação sempre foi um desafio constante.”
No entanto, Silva afirmou que o futebol de torneio é diferente e é decidido por detalhes, além de que as emoções e a intuição também desempenham um papel importante.
“Embora eu ache que seria ótimo se Portugal tivesse uma filosofia de futebol mais unificada para facilitar a transição para a seleção nacional, a realidade é que nunca tivemos isso de verdade”, acrescentou. “Mas esses torneios não dependem exclusivamente disso…”.
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Conteúdo reproduzido originalmente em: CNN Brasil por Mariana Valbão

