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Em menos de uma semana, em julho, cirurgiões de um hospital no sul da Califórnia correram para salvar a vida de duas mulheres que sofreram hemorragias cerebrais alarmantemente semelhantes.
As lesões graves eram do tipo que os médicos costumam encontrar em pacientes envolvidos em colisões em alta velocidade ou outros acidentes violentos, que fazem o cérebro se mover e bater dentro do crânio.
Nenhuma das duas mulheres, porém, havia se envolvido em uma batida, queda ou outro tipo de acidente.
Em vez disso, elas haviam andado em uma montanha-russa radical do parque Six Flags Magic Mountain. Conhecido como X2, o brinquedo atrai pessoas em busca de adrenalina de todo o mundo com seus assentos giratórios, quedas quase verticais e movimentos imprevisíveis. Há anos, ela é uma das principais atrações do parque — promovida como um “rito de passagem para o mais extremo dos aventureiros”.
Mas, por trás da fama da atração, existe um histórico preocupante de acidentes graves, segundo uma investigação da CNN.
A X2 foi associada a mais de uma dúzia de relatos de lesões graves e hospitalizações ao longo de quase duas décadas, de acordo com uma análise de prontuários médicos, depoimentos e documentos judiciais. Entre as vítimas estão pessoas que sofreram deficiências permanentes, entraram em coma e duas que morreram em decorrência dos ferimentos.
Enquanto isso, autoridades do parque receberam, ao longo dos anos, dezenas de reclamações sobre outras lesões na cabeça e no pescoço sofridas após os passageiros andarem na atração, segundo registros internos citados por um perito em um processo judicial.
Apesar dos anos de alertas de visitantes, advogados e especialistas médicos sobre os riscos da X2, os responsáveis pelo parque, localizado em Valencia, na Califórnia, e os órgãos reguladores estaduais permitiram que a atração continuasse funcionando.
“Eu, pessoalmente, não acho que uma lesão na cabeça deva ser um risco esperado ao andar em uma montanha-russa, e não há motivo para que uma atração não possa ser projetada adequadamente para evitar lesões como essas”, afirmou Lyndia Wu, professora de engenharia mecânica da Universidade da Colúmbia Britânica que pesquisa os efeitos das montanhas-russas sobre o cérebro.
Segundo pesquisas de Wu e de outros especialistas, o risco de lesões cerebrais traumáticas associado a montanhas-russas é considerado muito baixo. No entanto, grande parte desses estudos é antiga, e Wu disse à CNN que pode haver atrações de maior risco que precisam ser investigadas, como a X2.
Alguns casos de grande repercussão envolvendo outras atrações tiveram suspeita de condições médicas preexistentes. Em 2001, por exemplo, uma mulher morreu depois de andar na montanha-russa Goliath, no mesmo parque Six Flags, quando um aneurisma cerebral se rompeu.
O que torna a X2 diferente
A X2 se diferencia de outras montanhas-russas por sua característica de “quarta dimensão”: os assentos giram 360 graus ao redor dos trilhos enquanto os trens atingem velocidades de quase 130 km/h, durante cerca de dois minutos.
Existem apenas outras duas montanhas-russas desse tipo no mundo: uma na China e outra no Japão, que foi temporariamente fechada no ano passado depois que um funcionário do parque morreu em um acidente durante uma inspeção da atração.
A Six Flags fechou a montanha-russa na noite de 12 de julho, segundo um porta-voz. Isso aconteceu quase um dia inteiro depois do acidente mais recente, e os responsáveis pelo parque permaneceram em silêncio sobre o motivo da interdição.
A Divisão de Segurança e Saúde Ocupacional da Califórnia, responsável pela fiscalização das operações de atrações de parques, não respondeu às perguntas da CNN sobre o histórico de lesões cerebrais supostamente associadas à X2 e também não explicou como determinou que a atração poderia voltar a funcionar após incidentes anteriores. A agência apenas informou que uma inspeção continua em andamento.
A Six Flags também se recusou a responder às perguntas detalhadas da CNN, inclusive sobre por que a X2 continuou funcionando depois do primeiro acidente de julho. A empresa afirmou apenas que “a atração continua fechada neste momento”.
Os advogados do parque já defenderam a segurança da montanha-russa em processos movidos por passageiros ou familiares de vítimas. Eles argumentaram que uma placa alerta os passageiros sobre “riscos inerentes à participação em qualquer atração ou brinquedo”.
Também afirmaram que a X2 é testada regularmente e que as forças físicas experimentadas pelos passageiros não são fortes o suficiente para provocar uma lesão cerebral traumática em uma pessoa “normal” que utilize a atração “conforme as instruções”.
Três neurocirurgiões que trataram as duas mulheres feridas em julho discordaram.
“Em nossa opinião profissional”, escreveram os médicos em um e-mail analisado pela CNN, “as graves lesões cerebrais que exigiram atendimento neurocirúrgico de emergência foram resultado de um evento traumático de rápida aceleração e desaceleração experimentado durante a atração X2”.
Problemas desde o início
A atração, considerada inovadora e na qual a Six Flags investiu milhões de dólares, enfrentou problemas desde sua criação.
A fabricante Arrow Dynamics entrou em falência depois de calcular incorretamente os custos da construção, segundo uma publicação especializada da época. A montanha-russa, inicialmente chamada de X, foi inaugurada em janeiro de 2002, meses depois do previsto.
A Six Flags redesenhou a atração em 2007. Quando ela voltou a funcionar, em 2008, já como X2, continuava frequentemente fora de operação.
Nada disso, porém, impediu que fãs de montanhas-russas de todo o mundo viajassem até o Magic Mountain para experimentar a atração inédita.
“X2 tem sido uma das atrações radicais mais populares do planeta”, afirmou a Six Flags em um vídeo no YouTube em 2014. “Nas montanhas-russas comuns, o trem permanece alinhado aos trilhos… mas não há nada de comum na X2.”
Relatos de lesões se acumulam
Em setembro de 2014, Selena O’Neill, então com 17 anos, percebeu que havia algo errado assim que saiu da X2 com os amigos. Sua cabeça doía e ela tinha dificuldade para enxergar e andar em linha reta.
Sua perna direita começou a tremer sempre que ela ficava em pé e apontava para fora de maneira incomum. Quando a avó a levou ao médico no dia seguinte, ela sofreu uma convulsão durante a consulta, segundo documentos judiciais.
Médicos que examinaram a adolescente, que até então era saudável, em um hospital de Los Angeles descobriram um hematoma subdural, uma lesão potencialmente fatal que ocorre quando há acúmulo de sangue na superfície do cérebro. Os médicos atribuíram diretamente o ferimento à atração.
O’Neill processou o parque em 2015. Seus ferimentos, porém, receberam pouca atenção pública, e não está claro se o caso chegou a ser comunicado às autoridades estaduais.
Registros internos da Six Flags obtidos pelo advogado de O’Neill durante o processo mostram que pelo menos cinco passageiros haviam procurado atendimento médico por dores de cabeça antes do acidente dela.
O advogado também apontou um processo anterior, aberto por um homem de 62 anos que sofreu uma lesão cerebral traumática depois de andar na X2 com as duas filhas em 2009, anos antes de O’Neill entrar na atração.
Médicos do hospital que trataram a adolescente posteriormente descreveram seu caso em um artigo publicado em uma revista médica, em 2019, sem mencionar o nome da X2. Eles alertaram que os avanços na tecnologia das montanhas-russas e a competição do setor por passageiros em busca de adrenalina poderiam aumentar a aceleração e o desempenho das atrações além da capacidade física dos passageiros de suportá-los.
O processo foi encerrado em 2017. A Six Flags argumentou que O’Neill deveria estar ciente dos possíveis riscos quando decidiu entrar na atração. Ela pediu que seu processo fosse arquivado depois de chegar a um acordo com a fabricante dos veículos da X2, segundo documentos judiciais.
À medida que os relatos de lesões graves aumentavam, frequentadores antigos da X2 passaram a discutir em fóruns na internet a experiência cada vez mais brusca da montanha-russa e a dar conselhos sobre como se posicionar para evitar uma concussão.
Muitos relatavam que os impactos mais fortes na cabeça aconteciam perto do final da atração.
Em 2018, um usuário do Reddit escreveu que a experiência “parecia que um boxeador havia me dado dois socos na cabeça”. Ele ainda recomendou que outros passageiros inclinassem o corpo para a frente nos últimos movimentos da atração para tentar reduzir o impacto.
Outras vítimas
Para Sheila Katerelos, então com 50 anos, a X2 era a segunda atração do dia durante uma visita ao Six Flags, em fevereiro de 2020.
Em um depoimento judicial, ela contou que sentiu uma “dor aguda e latejante” quando a cabeça bateu contra o apoio do assento. A dor, segundo ela, chegou a 10 em uma escala de 10 quando a atração voltou à estação.
Katerelos ficou nauseada e tonta enquanto esperava na fila de outra atração. Seu marido, que é médico, percebeu que ela estava se movimentando cada vez mais devagar, arrastando uma das pernas e falando de forma enrolada.
Ele a levou imediatamente ao pronto-socorro. Ela ficou cinco dias internada e foi diagnosticada com uma lesão cerebral traumática e múltiplos hematomas subdurais, segundo documentos judiciais.
O processo de Katerelos contra a empresa responsável pelos trens da X2 aguarda julgamento.
Um ano depois, em 2021, Lucy Alvarez, de 46 anos, teve uma experiência semelhante quando visitou o parque com a irmã, segundo documentos médicos e seu advogado.
Ela disse que ficou tão tonta que precisou se sentar. Sabia que havia batido com força a cabeça no apoio do assento, mas imaginou que a dor passaria.
Nove dias depois, como a tontura e a dor de cabeça continuavam, ela procurou um pronto-socorro. Foi diagnosticada com uma lesão cerebral traumática, especificamente um hematoma subdural traumático, causado pela montanha-russa, segundo os registros médicos.
Depois do acidente, as dores de cabeça e a dificuldade de concentração fizeram com que Alvarez não conseguisse continuar os estudos de enfermagem. Seu advogado disse à CNN que ela ainda sofre com perda de memória, problemas de equilíbrio e enxaquecas crônicas.
Em resposta às acusações, a Six Flags afirmou em um documento judicial que qualquer lesão ocorrida teria sido causada por negligência da própria Alvarez e repetiu o argumento de que os passageiros assumem os riscos ao entrar na atração.
O advogado dela disse à CNN que o julgamento está marcado para outubro de 2027.
Recém-formado morreu horas depois de andar na X2
Christopher Hawley, de 22 anos, havia acabado de se formar na faculdade quando andou na X2, em junho de 2022, com o primo e o irmão.
Segundo documentos judiciais, os três bateram a cabeça várias vezes contra a parte traseira dos assentos enquanto eram jogados de um lado para o outro como “bonecos de pano”.
Pouco depois de sair da atração, Hawley reclamou de tontura, caiu no chão e perdeu a consciência.
“Eu nunca vou esquecer o medo no olhar dele quando os olhos se fecharam”, afirmou seu primo em um depoimento judicial.
Hawley foi levado ao hospital, onde os cirurgiões descobriram um sangramento cerebral tão grave que o cérebro estava sendo deslocado para um dos lados do crânio, segundo documentos judiciais.
Quando os médicos abriram seu crânio, o cérebro havia inchado tanto que começou a sair pela abertura feita para tentar aliviar a pressão.
Hawley, que queria ser ator, estava em excelente estado de saúde quando entrou na X2, segundo documentos judiciais. Ele morreu menos de dez horas depois.
O neurocirurgião que o tratou comparou as lesões às provocadas pela chamada “síndrome do bebê sacudido”. O médico legista determinou que a morte havia sido causada por trauma contuso na cabeça decorrente de “um acidente em uma atração de parque”.
Registros internos da Six Flags também mostraram que o parque havia recebido pelo menos 70 reclamações anteriores de lesões na cabeça e no pescoço relacionadas à X2 nos três anos anteriores à morte de Hawley, segundo uma declaração de um perito contratado pela família, que analisou os documentos.
Não está claro com que rigor a Six Flags acompanha os acidentes. O parque conseguiu, em um processo judicial, manter sob sigilo os primeiros registros de atendimento e de incidentes médicos. A empresa argumentou que a divulgação desses documentos “serviria apenas para alimentar uma cobertura sensacionalista da imprensa” que apresentaria a X2 como perigosa e prejudicaria a seleção do júri.
Uma mulher do estado do Colorado que publicou no Reddit sobre sua experiência contou à CNN que relatou ao parque sintomas de concussão no ano passado, além de outras lesões sofridas por familiares na X2.
Segundo ela, os responsáveis pelo parque nunca responderam à denúncia nem verificaram como estavam os familiares. A mulher, que possui um passe anual para a rede Six Flags, pediu anonimato por medo de retaliação.
O caso de Hawley foi a segunda morte relacionada à atração, segundo os registros.
Em 2010, Hilda Farias, uma mãe solteira de 28 anos, morreu depois de andar na X2. Na época, especialistas médicos suspeitaram que sua morte tivesse sido provocada pelo rompimento de uma anormalidade cerebral devido à intensidade da atração.
A família entrou com uma ação judicial que terminou em um acordo por valor não divulgado.
Depois da morte de Hawley, em 2022, autoridades estaduais determinaram que a Six Flags fechasse imediatamente a X2 e a mantivesse no estado em que estava para ser inspecionada.
Poucos dias depois, o estado autorizou a reabertura da atração.
No entanto, segundo documentos analisados durante o depoimento do diretor de manutenção do parque, as autoridades estaduais não sabiam que funcionários da manutenção haviam trocado uma roda de um dos trens antes da inspeção.
Os agentes estaduais aparentemente não entrevistaram testemunhas nem especialistas médicos como parte da inspeção.
Em vez disso, como é comum segundo as normas estaduais, o inspetor se baseou nos dados de segurança e nos testes fornecidos pela própria Six Flags, que mostravam que a X2 havia novamente cumprido os padrões de segurança adotados pelo estado.
Esses padrões, porém, foram desenvolvidos por um comitê que inclui fabricantes de atrações e operadores de parques.
Brian Avery, professor da Universidade da Flórida especializado em segurança de atrações e gestão de riscos, disse à CNN que esses padrões são um bom ponto de partida, mas não levam em consideração fatores do mundo real, como o movimento da cabeça do passageiro, o assento em que ele está e a possibilidade de a cabeça bater na parte traseira do banco.
Avery, que já atuou como perito tanto para passageiros quanto para parques, mas não participou de nenhum processo relacionado à X2, afirmou que lesões cerebrais traumáticas repetidas associadas à mesma atração “constituem um sinal claro de segurança” que deveria justificar uma revisão completa da montanha-russa.
Os pais de Hawley processaram o parque em 2023. A Six Flags argumentou que a atração seguia os padrões aprovados pelo setor e que as forças exercidas sobre os passageiros não eram fortes o suficiente para causar um hematoma.
O julgamento estava marcado para setembro, mas documentos judiciais mostram que o processo terminou em um acordo na quarta-feira.
“Isso precisa parar”
A última coisa de que Pamela Guillen, moradora do Havaí, de 40 anos, se lembra claramente antes de andar na X2, em julho, era de como estava ansiosa para entrar na famosa montanha-russa que sua filha queria tanto experimentar.
Ela disse à CNN que havia pensado que seria a última atração do dia, que tudo acabaria em poucos minutos e que depois ela e a família poderiam jantar para comemorar o aniversário de 16 anos da filha.
Mas, durante as quedas e curvas, Guillen bateu a cabeça várias vezes contra o apoio do assento, segundo registros da ambulância.
Quando o carro voltou à estação, ela precisou ser retirada do assento e começou a vomitar.
Sua filha, Camille Marquez, contou que a mãe estava com os olhos e a boca abertos, como se estivesse em choque com a intensidade da atração.
Guillen perdeu a consciência assim que se sentou em um banco, segundo os registros da ambulância. Quando os paramédicos chegaram, ela estava inconsciente, com as pupilas de tamanhos diferentes e “lentas” em sua resposta à luz.
“Por favor, mamãe, acorde”, lembra Marquez de ter dito à mãe. “Eu ficava esfregando a perna dela e sacudindo-a para que acordasse, mas ela não acordava.”
Guillen passou semanas até recuperar completamente a consciência depois de sofrer uma lesão cerebral traumática com risco de morte.
Ela foi colocada em um respirador dentro da ambulância. Uma tomografia revelou um hematoma subdural grave e compressão do cérebro.
Os médicos do hospital a entubaram e a levaram diretamente para a sala de cirurgia, segundo os registros médicos.
A família de Guillen esperou ansiosamente enquanto a mesma equipe de cirurgiões que havia tratado Hawley quatro anos antes retirava parte do crânio dela para aliviar a pressão sobre o cérebro.
Quando acordou duas semanas depois, em uma cama de hospital, com a cabeça raspada e cerca de 20 grampos no couro cabeludo, Guillen não fazia ideia do que havia acontecido.
No início, ela conseguia dizer apenas uma palavra por vez.
“Você entra sendo você mesma e depois volta como uma emergência médica. Ainda não consigo entender isso”, afirmou Guillen. “Existe uma diferença entre ser sacudida e sofrer uma lesão cerebral.”
Guillen contou que precisou reaprender lentamente a falar e andar. Ela ainda sofre com fortes dores de cabeça e confusão mental e precisa tomar medicamentos para prevenir convulsões.
“Tenho muita sorte de estar viva”, disse. “Estou vivendo um dia de cada vez para não me sobrecarregar e não entrar em um lugar sombrio de luto pela pessoa que eu era e pelo que conseguia fazer antes.”
A Six Flags não respondeu às perguntas da CNN sobre se os responsáveis pelo parque comunicaram o incidente às autoridades estaduais ou se fecharam a atração depois da lesão de Guillen.
Segundo a filha dela, nenhum representante da Six Flags entrou em contato com a família desde que inicialmente ofereceu comida na noite do acidente.
Mulher está em coma há mais de um mês
Seis dias depois, Naomi Greer-Wilkinson, de 25 anos, moradora de Los Angeles, entrou na X2 durante uma visita ao parque com o irmão gêmeo e a irmã mais nova.
Assim como Guillen, ela perdeu a consciência pouco depois de sair da montanha-russa e foi levada às pressas para o hospital para uma cirurgia cerebral de emergência, segundo sua família.
Os pais de Greer-Wilkinson contaram à CNN que os médicos disseram que a filha havia sofrido uma grave lesão cerebral traumática e que eles deveriam se preparar para o pior.
“Naomi nunca, em um milhão de anos, deveria sequer ter tido a opção de entrar naquela atração”, afirmou sua mãe, Artemis Greer.
Quem tomou a decisão de manter a X2 funcionando no mês passado “tem muito a explicar”, afirmou o pai dela, Joshua Wilkinson. “Isso precisa parar.”
Greer continua em estado crítico, em coma, ligada a um respirador e a uma sonda de alimentação que a mantêm viva.
“Isso é a coisa mais difícil que um ser humano poderia enfrentar”, afirmou sua mãe ao falar sobre acompanhar a filha, que descreveu como uma jovem “madura para a idade”, engraçada e gentil.
“Isso é cruel”, acrescentou.
Um representante da Six Flags ofereceu comida do McDonald’s à família quando Greer-Wilkinson chegou ao pronto-socorro, segundo a mãe. Desde então, porém, eles não tiveram mais notícias do parque.
Esse conteúdo foi publicado originalmente emVer original
Conteúdo reproduzido originalmente em: CNN Brasil por yasmincaetano.
