Há pouco menos de um ano, o Botafogo vivia o momento mais mágico de sua história ao conquistar a Libertadores e o Brasileirão na mesma temporada. Meses depois, o panorama é outro: imbróglio judicial da SAF; saída de ídolos; dívida quase impagável; temporada decepcionante dentre outros tantos problemas. Nesta última quinta-feira (23/10), um novo problema surgiu no bastidores do alvinegro após a diretoria do Glorioso causar insatisfação no elenco profissional ao propor o parcelamento de valores de premiações ao elenco profissional.
Segundo o Ge.globo, a diretoria se reuniu com o elenco profissional para informar sobre problemas financeiros no fluxo de caixa do Botafogo. Com isso, a gestão liderada por John Textor propôs que o pagamento referente a premiação pelo desempenho na Copa do Mundo de Clubes, disputada entre junho e julho deste ano nos Estados Unidos, fosse parcelada em 12 vezes. O fato gerou insatisfação nos jogadores.
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O Glorioso havia prometido ao elenco profissional que pagaria cerca de R$ 15 milhões para os jogadores do elenco que participaram da campanha dividissem entre si. O valor foi acertado no começo do ano em reuniões que estabeleceram metas em pagamentos de premiações em todas as competições que o clube participaria.
Vale destacar que com a campanha o Botafogo faturou cerca de R$ 146,3 milhões, isso sem incluir descontos por pagamento de impostos e custos de logística. A expectativa era que o pagamento das premiações fosse quitada ainda este mês, no entanto, até o momento, não houve acerto.
Um outro motivo que tem causado insatisfação na diretoria alvinegra é o fato de lideranças do elenco pedirem um aumento no pagamento da premiação em R$ 10 milhões.
Durante a reunião, também foi sinalizado que o clube enfrentaria dificuldades para cumprir pagamentos ao longo dos próximos meses, devido a problemas de fluxo de caixa.
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