Cláudio Castro defende megaoperação: “Necessária para enfrentar o terror que a população vive”

Por Portal Leo Dias 02/11/2025 às 22:03
Cláudio Castro defende megaoperação: “Necessária para enfrentar o terror que a população vive”

Em entrevista ao “Fantástico”, deste domingo (2/11), o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), afirmou que a megaoperação realizada nos complexos da Penha e do Alemão foi “necessária para combater a criminalidade e acabar com o terror que a população vive todos os dias”.

O governador disse ainda que 113 suspeitos se renderam e vão responder à Justiça, enquanto “quem quis enfrentar, encontrou pela frente as duas forças mais preparadas do Brasil”.

Veja as fotos

Reprodução: Globo
Cláudio Castro defende megaoperação: “Necessária para enfrentar o terror que a população vive”Reprodução: Globo
Reprodução: Globo
Após megaoperação, moradores levaram corpos para praça no Rio de JaneiroReprodução: Globo
Reprodução: Redes Sociais
Megaoperação foi deflagrada nos complexos da Penha e do Alemão, na Zona Norte do Rio de JaneiroReprodução: Redes Sociais
Foto:  José Lucena/TheNews2/Estadão Conteúdo
Megaoperação foi deflagrada nos complexos da Penha e do Alemão, na Zona Norte do Rio de JaneiroFoto: José Lucena/TheNews2/Estadão Conteúdo
Reprodução: Instagram/@BOPE_PMERJ
Bope faz alerta após operação no Rio de JaneiroReprodução: Instagram/@BOPE_PMERJ
Reprodução: Instagram/@BOPE_PMERJ
Bope faz aviso após operação no Rio de JaneiroReprodução: Instagram/@BOPE_PMERJ

A ação, contou com efetivo conjunto do BOPE, o Batalhão de Operações Especiais da Polícia Militar, que entrou pelo Complexo do Alemão e fizeram uma barreira na mata que dá acesso ao Complexo da Penha. Já o Batalhão de Choque entrou pela Vila Cruzeiro, uma das favelas do Complexo da Penha, e do outro lado entraram os agentes da Polícia Civil.

Ao todo, mobilizou cerca de 2,5 mil agentes e resultou em 121 mortes, sendo quatro policiais, dois civis e dois militares, segundo balanço atualizado neste domingo (2/11). Foram também cumpridos 180 mandados de busca e apreensão, apreendidas 118 armas de grosso calibre e presas mais de cem pessoas.

Até este fim de semana, 99 corpos já haviam sido identificados no Instituto Médico-Legal (IML), e os oito restantes aguardam reconhecimento por familiares. A operação, considerada a mais letal da história do Rio de Janeiro, teve como alvo principal uma facção criminosa que controla parte do tráfico de drogas na região.

Bloqueador de anuncios detectado

Por favor, considere apoiar nosso trabalho desativando a extensão de AdBlock em seu navegador ao acessar nosso site. Isso nos ajuda a continuar oferecendo conteúdo de qualidade gratuitamente.