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A Copa do Mundo de 2026 vem chamando atenção não apenas pelos jogos equilibrados, mas também pelo baixo aproveitamento nas cobranças de pênalti. Levantamento da Opta aponta que esta edição registra o pior índice de conversão da marca da cal desde o Mundial de 1966.
Até o momento, considerando tanto os pênaltis marcados durante os 90 minutos e a prorrogação quanto as disputas por penalidades, foram convertidas apenas 32 das 49 cobranças realizadas na competição. O aproveitamento de 65,3% é o menor em uma Copa do Mundo nos últimos 60 anos.
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Os números refletem uma série de cobranças desperdiçadas ao longo do torneio, inclusive por alguns dos principais jogadores da atualidade. Um dos exemplos é Lionel Messi, que já perdeu dois pênaltis nesta edição: um diante da Áustria, ainda na fase de grupos, e outro contra o Egito, nas oitavas de final.
A baixa eficiência também aparece em momentos decisivos. Diversas seleções desperdiçaram cobranças tanto durante as partidas quanto nas disputas por pênaltis, fator que influenciou diretamente o desfecho de confrontos do mata-mata.
O cenário contrasta com outras edições recentes da Copa do Mundo, tradicionalmente marcadas por índices mais elevados de conversão. Segundo os dados da Opta, nenhuma edição desde 1966 apresentou um aproveitamento tão baixo nas cobranças de pênalti quanto o registrado até aqui no Mundial de 2026. oitavas de final.
Esse conteúdo foi publicado originalmente emEstadão ConteúdoVer original Acompanhe Esportes nas Redes Sociais
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Conteúdo reproduzido originalmente em: CNN Brasil por pedro.sposito3078
