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A energia elétrica residencial foi a principal pressão individual sobre o IPCA-15 de junho, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (25) pelo IBGE. O item subiu 2,04% no mês e teve impacto de 0,08 ponto percentual na prévia da inflação.
O resultado foi influenciado pela vigência da bandeira tarifária amarela, que acrescenta cobrança extra à conta de energia, e por reajustes aplicados em capitais como Belo Horizonte, Recife, Fortaleza e Salvador.
Com isso, o grupo Habitação avançou 0,72% em junho e teve o segundo maior impacto no índice do mês. Também houve alta na taxa de água e esgoto, de 0,35%, além de variação positiva de 0,13% no gás encanado.
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Em movimento contrário, os transportes ajudaram a segurar a inflação. O grupo recuou 0,03%, puxado pela queda de 1,22% nos combustíveis. O etanol caiu 5,30%, a gasolina recuou 0,73% e o óleo diesel teve baixa de 1,47%.
Apesar disso, alguns itens do grupo ficaram mais caros. A passagem aérea subiu 7,24%, e o ônibus urbano avançou 1,18%.
No geral, o IPCA-15 ficou em 0,41% em junho, abaixo dos 0,62% registrados em maio.
*Sob supervisão de Robson Rodrigues
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Conteúdo reproduzido originalmente em: CNN Brasil por rafaelapanessa



