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O ex-prefeito de Duque de Caxias e presidente estadual do MDB no Rio de Janeiro, Washington Reis, negou qualquer vínculo com empresas que foram alvo de busca e apreensão na segunda fase da operação Anáfora, deflagrada pela PF (Polícia Federal) nesta terça-feira (30).
Em nota à imprensa, o emedebista afirmou que tem colaborado com as investigações e que “nada foi encontrado que desabone sua conduta”.
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“O presidente do MDB do Rio de Janeiro também afirma ser o maior interessado na continuidade das investigações conduzidas pela Polícia Federal, para que os responsáveis pelos crimes eventualmente cometidos sejam identificados e respondam na forma da lei”, acrescenta.
Na manhã de hoje, agentes das PF foram às ruas cumprir 14 mandados de busca e apreensão nas cidades do Rio de Janeiro, Niterói e Duque de Caxias.
A ação mira um esquema de lavagem de dinheiro oriunda do desvio de recursos públicos. Segundo a PF, as verbas seria destinadas, especialmente, à área da saúde.
Durante o cumprimento dos mandados, os agentes da PF encontraram dinheiro vivo na sala de uma empresa supostamente ligada a Washington Reis. As cédulas estavam dentro de um saco preto escondido embaixo do sofá.
O ex-prefeito foi alvo de buscas na primeira fase da operação, deflagrada em setembro de 2022 para investigar a contratação de uma cooperativa de trabalho pelo município de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Naquela época, contrato e aditivos passavam de R$ 500 milhões.
TópicosDuque de CaxiasPF (Polícia Federal)Rio de Janeiro (estado)
Conteúdo reproduzido originalmente em: CNN Brasil por renatasouza


