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As polícias de Mônaco e da França realizam buscas, nesta terça-feira (30), por um homem suspeito de detonar uma bomba de fabricação caseira em Mônaco que deixou diversas pessoas feridas, segundo uma autoridade local; ao mesmo tempo, a imprensa francesa e ucraniana noticiou que o alvo do ataque era um oligarca nascido na Ucrânia.
Ao menos duas das vítimas sofreram ferimentos com risco de morte no ataque ocorrido na noite de segunda-feira (29), informou Christophe Mirmand, ministro de Estado de Mônaco, à emissora BFM TV.
A BFM TV e o jornal Le Figaro noticiaram que o alvo do ataque era Vadym Yermolaiev, um importante incorporador imobiliário de Dnipro. Ele deixou a Ucrânia há alguns anos, renunciou à cidadania ucraniana e tornou-se cidadão do Chipre.
Yermolaiev foi incluído na lista de sanções da Ucrânia em dezembro de 2023.
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Serviços de emergência franceses foram mobilizados para o local para prestar apoio, e uma operação policial conjunta estava em andamento para localizar o fugitivo, informou o Ministério do Interior da França.
“Nunca ocorreu um evento dessa natureza no Principado antes”, disse Mirmand ao canal de notícias francês.
A explosão ocorreu pouco antes das 21h (horário local) de segunda-feira (29) no centro de Mônaco, um microestado com regime fiscal privilegiado na Riviera Francesa, conhecido como um refúgio para bilionários e seus iates de luxo.
Cenas da manhã mostravam danos causados pela explosão na fachada de um prédio de apartamentos, com policiais e equipes de perícia trabalhando nas proximidades.
O jornal francês *Le Figaro* informou que imagens de videovigilância mostravam um homem deixando uma mochila na entrada de um prédio residencial pouco antes da explosão.
A emissora BFM TV descreveu o artefato explosivo como uma “bomba-pacote”, citando o procurador-geral do principado, enquanto o Príncipe Albert de Mônaco classificou o ataque como “um ato odioso”.
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Conteúdo reproduzido originalmente em: CNN Brasil por poliannelima
