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As empresas de seguros rurais apresentaram um faturamento de R$ 838 milhões em abril, um recuo de 7,8% em comparação ao mesmo período de 2025, segundo o levantamento da IRB+Inteligência divulgado nesta quarta-feira (1).
No acumulado do ano, o rendimento dessas empresas soma R$ 4,1 bilhões, valor 2,5% menor do que o total atingido nos primeiros quatro meses de 2025 (R$ 4,2 bilhões). Esta é a segunda queda consecutiva nos ganhos do setor desde o primeiro quadrimestre de 2024.
O índice de sinistralidade (relação entre o que a seguradora gasta com indenizações e o quanto é arrecadado com as apólices) nos quatro primeiros meses de 2026 foi de 29,4% frente a 41,5% em 2025.
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Segundo o levantamento, de janeiro a abril foram gastos R$ 1,26 bilhão em indenizações, o menor valor destinado a esses ocorridos desde 2022.
O Banco do Brasil foi a empresa que mais emitiu prêmios no período, no valor de R$ 2,24 bilhões. A seguradora correspondeu a 65,7% das ações entre as 10 empresas com maior volume de negócios e teve uma taxa de sinistralidade de 19,5%.
Seguradoras rurais foram as que menos faturaram
Em abril, as empresas de seguro lucraram R$ 14,7 bilhões, um aumento de 20% frente ao mesmo período de 2025. Entre as principais categorias, as empresas relacionadas ao agro apresentaram um lucro inferior do que os setores de: Vida (R$ 7,1 bilhões), Automóvel (R$ 5,2 bilhões), Corporativos de Danos e Responsabilidades (R$ 3,3 bilhões), Individuais Contra Danos (R$ 1,6 bilhões) e Crédito e Garantia (R$ 998 milhões).
Em comparação ao primeiro quadrimestre de 2025, apenas as seguradoras rurais e de seguros corporativos de danos e responsabilidades apresentaram retração no faturamento.
Por outro lado, seguradoras agrícolas foram as que tiveram a maior queda na taxa de sinistralidade , de 12 pontos percentuais, em comparação ao mesmo período de 2025.
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Conteúdo reproduzido originalmente em: CNN Brasil por gabriellaweiss


